Investir e Viver em Portugal

Investir e Viver em Portugal

Investimento imobiliário

Em nossa série de artigos sobre onde investir em Portugal, daremos a conhecer opções de investimentos para todos aqueles com disposição em investir e viver em terras lusas.

Neste artigo sobre Onde investir em Portugal, a abordagem terá foco no investimento imobiliário, e serão apresentadas características, tipologias e informações sobre o mercado imobiliário Português, vantagens, benefícios, e exemplos de rentabilidade para o investimento, e forma de o fazer.

São cada vez mais as pessoas de várias nacionalidades a nos procurarem com objetivo de investir no mercado imobiliário Português, em especial brasileiros, quer seja com intuito de comprar uma casa para morar ou para passar férias, mas também muitos com o objetivo de explorar o arrendamento (aluguel) como fonte de renda.

O investimento imobiliário tem vindo a crescer exponencialmente, principalmente depois do boom do turismo, os estrangeiros que começaram a sua descoberta por uma visita e depois apaixonam-se por Portugal, desejando voltar em breve e por mais tempo, dão corpo a internacionalização do mercado imobiliário.

A língua a estabilidade política, social, a segurança, o clima favorável, a boa gastronomia e o fato de os portugueses serem anfitriões hospitaleiros, são algumas caraterísticas que facilitam a decisão, aliadas a uma conjuntura financeira favorável, como o regime fiscal para os residentes não habituais e a autorização de residência para as atividades de investimentos, muitos que por aqui passaram viram oportunidades neste mercado, o que passou a aumentar ainda mais a internacionalização do mercado imobiliário originando um crescimento anual na ordem dos 17%, muito superior a maioria dos mercados congéneres.

Nos casos de investidores estrangeiros que aqui chegam desejosos por saber onde investir em Portugal no mercado imobiliário, e também aqueles que já estão a investir, destacam-se primeiramente a aquisição de habitação para viver, com perspetivas de valorização a curto médio prazo, e em segundo lugar o mesmo investidor agora já em busca de rendimentos, passa a investir no mercado de arrendamento, (aluguel), onde atualmente conseguem-se obter rendimentos do capitail entre 3 e 7%, ficando assim acima de outros produtos de investimento.

            Antes de avançarmos para Onde investir em Portugal em imobiliário, precisamos aprender a identificar as principais terminologias utilizadas no mercado imobiliário Português para classificar e definir os imóveis.

Tipologia

A tipologia de uma habitação é o termo utilizado em Portugal para definir o número de quartos de uma casa ou apartamento, e aos quartos por vezes emprega-se o termo “Assoalhada”, que era a antiga designação para uma divisão usada para dormir, e cujo chão na maioria das vezes possuía assoalho de madeira, ao contrario das demais divisões da casa que utilizavam outros tipos de pavimento, normalmente cerâmico.

            A definição de tipologia dos imóveis é definida por letras, o que na verdade é a caracterização do número de quartos (assoalhadas) que o imóvel possui.

Em apartamentos a tipologia define-se pela letra “T”

As tipologias de um apartamento podem ser;

T0 = estúdio (equivalente a kitchenette), T1 [1 quarto], T2 [2 quartos], T3 [3 quartos], T4 [4 quartos], etc.

Também podemos encontrar a designação “+1” , por exemplo T2+1 que serve para indicar que para alem dos dois quartos existe mais uma divisão, (sótão, ou sala) que poderá ser utilizada como quarto, sala, escritório ou outro, e também a designação “superior”, ex: T5 superior que quer dizer que o apartamento tem mais que 5 quartos.

As Vivendas ou moradias, como são chamadas as casas em Portugal, tem as designações das correspondentes divisões representadas pela letra “V”.

As tipologias de uma vivenda ou moradia então serão V1, V2, V3, V4, V5+1 ou V6 superior etc, e também levam a classificação da propriedade, onde as mais comuns serão Moradia Isolada, Moradia em banda ou geminada.

Quais os segmentos imobiliários onde investir em Portugal?

Nos casos de investidores estrangeiros que aqui chegam desejosos por saber onde investir em Portugal no mercado imobiliário, e também aqueles que já estão a investir, destacam-se primeiramente a aquisição de habitação para viver, com perspetivas de valorização a curto médio prazo, e em segundo lugar o mesmo investidor agora em busca de rendimentos, passa a investir no mercado de arrendamento, (aluguel), onde atualmente conseguem-se obter rendimentos do capital entre 3 e 7%, ficando assim acima de outros produtos de investimento.

      Na liderança da preferência dos investidores estrangeiros esta o segmento residencial Premium e Luxury destacando-se a compra de apartamentos e casas para reabilitação com a finalidade de arrendamento residencial a profissionais liberais, pessoas de negócios, locais ou imigrantes. Os números recentemente divulgados dão conta de um aumento de 20% no número de transações realizadas sendo as zonas do Porto, Cascais e Lisboa as mais procuradas.

            Acompanhados de uma boa assessoria para saber onde investir em Portugal, com os olhos postos nas cidades como um todo, os investidores percebem o potencial de zonas paralelas aos eixos nobres, mas acessíveis a um segmento de mercado premium (médio-alto), e onde estão representadas excelentes oportunidades de negócio, tanto na venda como na compra, e seja qual for a finalidade, para viver ou para arrendar.

            Segundo pesquisas recentes, o segmento de escritórios cresceu 24% com apostas em uma nova geração destes que se pareçam cada vez menos apenas com espaços de trabalho, mas ainda tem um deficit de 100 mil M2. Estes ambientes que privilegiem o bem-estar, a flexibilidade, a interação entre as pessoas e a criação de novas formas de trabalho deverão ter uma progressão nos arrendamentos prime na ordem dos 15% estimados.

            Não menos interessante para quem quer saber onde investir em Portugal no setor imobiliário, está o segmento do comércio, e segundo dados estatísticos o volume de negócios alcançados esteve na ordem dos 3,3 mil milhões de euros no último ano. O comércio de rua tradicional com a reabilitação de espaços urbanos tem sido um atrativo investimento, pois cada vês tem estado mais dinâmico nas zonas revitalizadas das cidades.

Qual o retorno do investimento versus capital e onde investir em Portugal com maior rentabilidade?

Tomaremos como exemplo base a aquisição de um apartamento de T2 (dois quartos) com uma área de 90M2; (um arrendamento base),

Localidade

Preço médio M2

Renda média M2

Taxa IMI anual

Taxa IRS

Rentabilidade anual liq

Porto

€1.400

€6,95

0,32%

28%

4,06%

Total do investimento

€126.000

€625

€-403

€-1.987

€5.110

Cascais

€2.024

€8,06

0,37%

28%

3,17%

Total do investimento

€182.160

€725

€-674

€-2.247

€5.778

Lisboa

€2.590

€9,60

0,30%

28%

2,99%

Total do investimento

€233.100

€864

€-699

€-2.707

€6.962

*Observações

1-Os cálculos tem por base o Imposto sobre rendimento de pessoa singular podendo ser menores em caso de se tratar de pessoa coletiva (25%)

2-O valor do arrendamento e a rentabilidade serão impactados positivamente em imóveis e rendas prime.

No exemplo apresentado evidenciam-se as diferenças existentes no montante de capital a investir e o retorno base nas regiões do país apresentadas.  O retorno do investimento terá realmente muito que ver com onde investir em Portugal, pois conforme se vê há regiões geográficas com maior retorno, e mesmo dentro destas é preciso saber onde, em que zonas investir de forma a maximizar o retorno do investimento, daí o trabalho de um bom advisory fará toda a diferença.

Que outras despesas correntes um imóvel em Portugal poderá acarretar?

Para além das despesas de IMI (imposto Municipal de imóveis), terá as despesas de condomínio a seu cargo, que em Portugal são extremamente baratas, imaginemos no caso de nosso anterior exemplo, a taxa de condomínio estaria situada na ordem dos €30 mensais.

Devido a Portugal ser um país seguro, em sua maioria os edifícios e condomínios caracterizam-se pela ausência de porteiros, vigilantes e funcionários, o que torna as despesas de condomínios bastante baixas.

O que é o IRS e o que se pode deduzir

O IRS é o Imposto sobre o rendimento de pessoa singular, o equivalente ao IR no Brasil, e quanto a tributação do rendimento de imóveis é possível deduzir todas as despesas geradas pelo mesmo, veja;

1 – Despesas de conservação e ou reparação:

  • Pinturas interiores ou exteriores

  • Substituições de canalizações, reparos hidráulicos

  • Reparações ou substituições de componentes ou rede elétrica

  • Energia para aquecimento, iluminação ou climatização

2 – Condomínio e manutenções

  • Cotas de condomínio

  • Energia e manutenção

  • Despesas de manutenção com o prédio, obras etc

3 – Impostos

  • Imposto Municipal sobre imóveis – IMI

  • Taxas autárquicas (saneamento, esgotos)

4 – Seguros

  • Seguros de incêndio

  • Seguros multirisco

5 – Mediação

  • Despesas de mediação imobiliária.

Qual a tendência do mercado imobiliário para 2019 para quem quer saber onde investir em Portugal

Os intervenientes do setor estão expectantes com o mercado imobiliário para 2019, espera-se muito dinamismo, mas também equilíbrio.

As cidades como o Porto e Lisboa atraem muita atenção por parte dos investidores estrangeiros, e com isso cada vez mais turistas visitam estas cidades com ótica também no investimento, e mais residentes fixam-se aqui, mais empresas nascem, e maior é a necessidade de imobiliário. Os projetos em Pipeline, as construções novas, as REITs (Sociedades de investimento/fundos imobiliários), as taxas de juros negativas, a facilidade na concessão do crédito habitação, tudo isso somado deverá continuar a impulsionar o mercado imobiliário.

Quais as perspetivas 2019 de “preços e momentum” para quem quer investir em Portugal no imobiliário

            2018 foi um ano record como nunca antes visto, tanto em volume de investimento, como na quantidade de imóveis transacionados, o que levou a uma subida notória de preços na ordem dos 7%, o que ecoa nos bastidores agora é a estabilidade.

Passados os repetidos anos classificados como “os melhores anos de sempre do imobiliário Português” para o ano de 2019 os preços deverão não somente estabilizar, mas reduzir, e já é notório um cenário de mudança, com preços a baixarem, com a flexibilidade dos proprietários e senhorios em negociar, e com o quase desaparecimento daqueles preços irracionais e especulativos.  Esta atitude renovada veio como conscientização após um momento de euforia e otimismo vivido nos dois últimos anos, e a renovada oferta de novas construções tem vindo a equilibrar e preencher a oferta de imóveis necessária para o equilíbrio e estabilidade do setor.

            Quando falamos em “Momentum”, 2019 será o ano, efetivamente quem quiser investir em Portugal em imobiliário deverá fazê-lo, e em especial a partir do segundo trimestre.

            O último ano foi marcado por uma forte atividade imobiliária em transações de edifícios para reabilitação, (reforma/requalificação) 60 a 70%, um mercado que teve muita ênfase com o crescimento do turismo e consequentemente regulamentação do Alojamento local, mas 2019 será um ano robusto de construções de raiz e projetos de escala maior tanto no segmento comercial como habitacional, e portanto o dinamismo e a atratividade de investir em Portugal em imobiliário vão manter-se.

            Ao falarmos em preços automaticamente precisamos falar em onde investir em Portugal, e então dizemos que o Porto é hoje uma marca, um produto que por sí só tem a capacidade de atrair investimento, sejam empresas, residentes habituais, estáveis, turistas e investidores de vários locais, e tudo isto por mérito próprio.

Segundo dados da SIR (Sistema de informação residencial) e da CBRE perspetiva imobiliária, 2019 será um ano ainda melhor para o mercado imobiliário do Porto, tanto no mercado habitacional novo, como no residencial.

            Neste momento pode-se verificar no Porto um aumento significativo de novos empreendimentos espalhados por todos os locais da cidade, parte resultam de requalificação e reabilitação de edifícios, mas há um sem número de empreendimentos de habitação nova já em fase de construção, outros em acabamento, e muitos em fase de lançamento.  Esta situação de novos empreendimentos permitira a colmatação da falta de novas habitações que se verificou nos últimos três anos, mas que segundo os profissionais não serão suficientes no todo.

            A procura continua sendo robusta no Porto, apesar da escassez de oferta, e os preços por sua vez tem mantido uma dinâmica crescente, o que deixa proprietários e investidores satisfeitos, e o principal, mantem sólidos os fundamentos do mercado e antecipa a atratividade do mercado imobiliário no Porto.

O que precisa fazer para investir em Portugal em imobiliário

O requisito comum a todas as pessoas que desejem investir ou viver em Portugal, é que primeiro irão necessitar obter o número de identificação fiscal (NIF), que não é mais do que o número único que identifica uma pessoa ou entidade coletiva perante a autoridade tributária (AT), e depois necessitará de abrir uma conta bancária para alocar seus recursos, sejam estes com a finalidade do investimento imobiliário, ou para comprovação de meios de subsistência em pedidos de autorização de residência.

Para tratar deste processo, a autoridade tributária portuguesa exige a nomeação de um representante fiscal;

          Pressuposto Legal Artº 19ª §4º /Artº 23º

«Os sujeitos passivos residentes no estrangeiro, bem como os que, embora residentes no território nacional, se ausentem deste por período superior a seis meses, bem como as pessoas coletivas e outras entidades legalmente equiparadas que cessem a atividade, devem, para efeitos tributários, designar um representante com residência em território nacional.»

ou seja, precisará de uma boa empresa de assessoria em Portugal, que será sua representante fiscal e tratará dos pressupostos legais exigíveis

             Para saber mais sobre estes primeiros passos solicite mais informações diretamente por email em geral@portugalsolucoes.com ou também através de nossa página www.portugalsolucoes.com .

 

 

Onde investir em Portugal?

Renda Fixa? Imobiliário? Empreender um negócio? Investir em renda variável? Ésta é a pergunta que não quer calar a todos aqueles que querem saber Onde investir em Portugal.

Em uma série de artigos sobre, Onde investir em Portugal, daremos a conhecer um abastado leque de opções de investimento a todas aqueles com disposição em estabeler-se e a investir em terras lusas.

 

Neste artigo sobre Onde investir em Portugal, nossa abordagem terá foco na renda variável, e apresentaremos o CFD, um instrumento financeiro derivado  que permite operar ações, índices bolsistas, forex, materias primas, ouro, prata e outros metais preciosos de forma vantajosa.

Quando investidores estrangeiros nos perguntam Onde investir em Portugal em renda variável a primeira opção que nos vem a memória são os CFDs,justamente por se tratarem quase que de uma “base de investimentos” em toda a comunidade Européia, e quando referimos “base” trata-se do fato de que todos os intrumentos admitidos a negociação em bolsa de valores serem tambem negociados em CFDs, e devida a possibilidade de grandes alavancagens tornou-se popular junto ao investidor de retalho, e passou de popularmente aceite a ocupar uma posição de dimenssão no meio financeiro europeu, e em especial do pequeno investidor que procura onde investir em Portugal, devido a possibilidade de se investir em qualquer ativo com pouco dinheiro.

Vejamos então o que são os CFDs,

CFD´s ( Contract for difference )

CFDs são instrumentos financeiros derivados pela sua natureza de um ativo subjacente, que poderá ser açõesíndices bolsistasforexmaterias primasouro e prata, entre outros, em que as partes pagam mutuamente a diferença entre preços de abertura e fechamento do contrato, e que permitem aos comerciantes investir sobre os movimentos de preços de uma variedade de ativos, permitindo abrir posições longas, e posições curtas.

A sigla CFD Contract For Difference, que significa em português « Contrato por Diferença », é um contrato financeiro efetuado entre duas partes, das quais possui o « comprador » e « vendedor », que prevê que o vendedor pagará ao comprador a diferença de preço de uma subjacente no momento da assinatura do contrato e o seu valor em uma data posterior. Se a diferença for negativa, então é o vendedor que pagará a diferença.

Quando se fala sobre onde investir em Portugal em renda variável, encontramos portanto nos CFDs, um derivado financeiro que permite um posicionamento sobre a evolução da alta ou da baixa de uma ação, de um índice bolsista de mercado, de uma moeda, forex, metais preciosos ou uma commodity sem ter que realmente comprar.

Vejamos um exemplo prático de onde investir em Portugal utilizando para o efeito um ativo listado na Bolsa de Valores de nacional (PSI-20).

Utilizaremos as ações da Galp Energia (galp:xlis) cotada no momento deste artigo em €15

    • Para comprar 1000 ações da Galp precisa ter disponível em conta €15.000 mais as comissões de abertura cobradas pela sua corretora, e então com um investimento de €15.000 passa a ser detentor de 1000 ações, e receberá um certificado que ficara à guarda de seu intermediário financeiro, que comprovará sua titularidade e posse, passando a usufruir de todos os direitos até que as decida vender.

    • Se comprar CFDs da Galp, será exatamente a mesma coisa que se estivesse a comprar  ações da Galp, receberá dividendos, tudo como se fossem ações, a diferença é que na prática você não é acionista da empresa, e não tem os direitos que um acionista possui, e nem tampouco precisará dispôr do total do capital, pois os contratos de CFDs devido a possibilidade de operar com alavancagem permitirão que disponha apenas de €1.500 em margen da sua conta para assegurar a operação.

 

Funcionamento dos CFDs

O intermediário financeiro é o emissor dos CFDs, e pagará a bolsa de valores a totalidade do valor do ativo subjacente, e neste mesmo momento emitirá ao investidor o contrato de CFD que converterá o movimento do ativo subjacente para as diferenças a débito ou a crédito na sua conta. A Negociação de CFDs corresponde a compra ou a venda de um número de unidades deste contrato, de acordo com a evolução do curso esperado de um determinado produto, seja ele para cima ou para baixo, ou seja, na pratica:

Para cada ponto de evolução de curso à favor do comprador, o resultado é igual ao número de unidades subscritas multiplicadas pelo número de pontos conforme a evolução do curso. Para cada ponto atual de evolução de curso à desfavor, o comprador sofre uma perda, e a favor encaixa um ganho.

Caso o investidor não venda os CFDs adquiridos ao final do período de negociação objetivando um período de investimento com um horizonte temporal mais alargado e uma rentabilidade superior, o intermediário financeiro aplicará uma taxa de juro (normalmente com base na euribor), por cada dia em que o investidor esteja a utilizar os recursos e não vender seus CFDs.

Os CFDs são instrumentos financeiros derivados abrangidos pelas normas da ESMA – European Security and Markets Authority que regulamenta:

  1. 1. A proibição completa das opções binárias consideradas demasiado complexas para investidores de retalho.

  2. Alterações a derivados ou contratos por diferenças CFDs determinando que a máxima alavancagem financeira será limitada a 30:1, ou até 2:1. Sendo;

* Alavancagem de 30:1 está reservada para os pares das divisas principais.

* Alavancagem a 20:1 para outros pares de divisas, o ouro e os índices das ações mais importantes.

* Alavancagem a 10:1 para outros índices de ações e matérias primas.

* Alavancagem a 5:1 para outros instrumentos não especificados.

* Alavancagem a 2:1 para CFDs de criptomoedas.

Tipos de CFD

Os CFDs permitem a realização de ganhos indexados a variação de um ativo subjacente que podem ser:

  • Ações

  • Índices

  • Matéria-prima

  • Forex (moedas)

  • ETFs

  • Metais preciosos

Quando se trata de moedas, então falamos de negociação Forex (Foreign Exchange) que é o mercado financeiro de maior volume no mundo, mas tambem é possível negociar CFDs em ações, materias primas, metais e índices da bolsa de valores.

Em todos os casos onde investir em Portugal através de CFDs, o ativo subjacente será sempre o mesmo que o negociado em CFD, o contrato é portanto um derivado financeiro daquilo que esteja a negociar, o que permite aos investidores a rendibilidade sobre os movimentos do curso de preços, sem a necessidade de adquirir a propriedade dos títulos.

Os CFDs estão disponíveis para a negociação de 22 índices bolsistas da Europa, América e dos principais da Ásia, metais como ouro, prata, platina, cobre entre outros, 9400 ações e ETFs, petróleo e todas as outras matérias-primas presentes no mercado financeiro.

Quais os custos das operações em CFDs

Os corretores onde investir em Portugal em CFDs estão presentes, cobram comissões em cada transação, como o spread (diferenças de preços entre os preços de compra e venda – Bid-Ask) ou mesmo uma margem de manutenção para aqueles que mantêm suas posições abertas de um dia para o outro, ou mesmo por períodos superiores (swing, ou position trade).

Vantagens de negociar em CFDs

As negociações de CFDs não requerem o desembolso na íntegra do valor nominal da operação, e permitem também beneficios de alavancagem que podem chegar a 70 veses, ou seja, isto é, tomar uma posição de um valor superior aos montantes efetivamente disponíveis em sua conta, isso significa que ao negociar em CFDsobterá maior exposição ao mercado através de um depósito relativamente menor.

Desta forma, as negociações de CFDs pressupõe constituições de margems mínimas de garantia que costumam estar entre 2% e 80% sendo estas variáveis consoante ao risco dos ativo subjacente.

Voltemos ao nosso exemplo prático de onde investir em Portugal no qual utilizamos ações da Galp Energia cotada na bolsa nacional (galp:xlis):

  • Para comprar 1000 ações da Galp precisa ter disponível em conta €15.000 mais as comissões de abertura cobradas pela sua corretora, e então com um investimento de €15.000 passa a ser detentor de 1000 ações da Galp.

  • Ao realizar a mesma compra de 1000 CFDs da Galp ao preço dos mesmos €15 e estar com uma exposição do mesmo valor em ações ( €15.000 ) somente precisará ter disponível em conta €1500, ou seja um requisito de margem de 10%

Este efeito permite multiplicar seus ganhos, mas também aumentam o risco de perdas e até mesmo a possível perda de todo dinheiro disponível na sua conta.

É vantajoso ter conta em um broker em Portugal?

                Um broker em Portugal será a sua porta de entrada para a Europa, e aos benefícios de investir em produtos que por questões legais não podem ser disponibilizados pelos brokers e intermediários financeiros no Brasil.

                As negociações de CFDs não permitidas no Brasil somente estão disponíveis para clientes com contas em bancos, corretoras e intermediários financeiros em Portugal e na Europa, e através destas instituicões especializadas, licenciadas e devidamente autorizadas pela CMVM e Banco de Portugal, será possível o investimento a partir do Brasil por meio do uso de plataformas de investimento on-line.

                Depois de saber um pouco mais sobre onde investir em Portugal, e de conhecer esta possibilidade de investimento que são os CFDs, que pode tornar possível o início de uma vida de investimentos na Europa com pouco capital, precisará de dar os primeiros passos, que são a obtenção do NIF (Número de inscrição fiscal) e abrir suas contas para constituir fundos.  Para saber mais sobre estes primeiros passos consulte nosso artigo  https://www.euqueroinvestir.com/investir-e-viver-em-portugal/ ou solicite mais informações diretamente por email em geral@portugalsolucoes.com e também através de nossa página www.portugalsolucoes.com .

 

 

A trajetória para começar

Para aqueles que podem sair do Brasil, Portugal tem sido um dos destinos mais escolhidos pelos brasileiros para se viver e também para investir,  sendo que  os brasileiros já somam 20% dos estrangeiros residentes em Portugal. No passado muitos deles aqui chegaram para nos descobrir com “a cara e a coragem”, e não nos trouxeram presentes como os nossos navegadores que lá foram.

 

Para além de turismo, ou complementar a este, temos registrado em território nacional nos últimos anos uma maior atividade por parte dos estrangeiros que desejam investir e viver em Portugal, seja na abertura de contas bancárias, contas investimento, ou outras operações financeiras como aquisição ou arrendamento de imóveis, investimento em negócios e/ou sociedades, e em muitos casos passando pelo seu estabelecimento em Portugal para prosseguir a sua vida ativa ou passar a sua reforma.

A facilidade do idioma, a culinária, os costumes, e as semelhanças climáticas, associados a fatores económicos e sociais traz-nos hoje uma outra realidade, a nova massa migratória esta composta por empreendedores profissionais, médicos, dentistas, engenheiros, economistas, investidores autônomos, e uma grande quantidade de aposentados concluem a nova onda de imigração.

Portugal é um país para além de acolhedor, facilitador, e que não só acolhe todos mas em especial aos brasileiros, até por que, Português de verdade tem um familiar no Brasil, já lá esteve, ou almeja lá ir algum dia, e como referimos, o imigrante de hoje é um imigrante com o perfil dos navegadores portugueses, que chega de mansinho e traz-nos presentes, ou seja, investimentos e desenvolvimento económico.

Não são por mera causa os muitos acórdãos entre Portugal e Brasil com intuito de facilitar a captação de investimentos estrangeiros  a quem quer investir e viver em Portugal quer sejam no campo monetário ou intelectual os braços do país estão abertos, e para estes que querem empreender, contribuir, investir recursos, ou simplesmente desfrutar da aposentadoria naquele que é um dos mais belos e seguros países da Europa, que as facilidades compõe-se em novas modalidades de vistos e autorizações de residência facilitadas, e processos de nacionalização no mesmo caminho.

O requisito comum a todas estas pessoas que desejam investir e viver em Portugal, e também para solicitar uma autorização de residência (AR), é que primeiro irá necessitar obter o número de identificação fiscal (NIF), que não é mais do que o número único que identifica uma pessoa ou entidade coletiva perante a autoridade tributária (AT), e depois da abertura de uma conta bancária para alocar seus recursos, sejam estes com a finalidade de investimentos ou para comprovação de meios de subsistência em pedidos de autorização de residência.

A trajetória para começar a investir e viver em Portugal é simples, apenas requer que sejam cumpridos os requisitos legais, e pode ser feita a distância a partir do Brasil.

Para começar irá necessitar de uma boa empresa de assessoria em Portugal, que lhe ajudará nos pressupostos legais exigíveis e a dar os primeiros passos, que são a obtenção do NIF português, e a abertura de uma conta bancária, pois sem estes dois não conseguirá avançar com mais nada.

De forma que se possa fazer um paralelismo entre a necessidade e o objetivo desse número, podemos sempre indicar que esse número de identificação fiscal (NIF) é o equivalente ao cadastro de pessoas físicas (CPF) Brasileiro.

A Autoridade Tributária (AT) Portuguesa exige a todos os estrangeiros que pretendam obter um número de identificação fiscal (NIF) tenham o chamado representante fiscal, que deverá ser residente em território Português para que sirva como intermediário/interlocutor entre o estrangeiro e a Autoridade Tributária (AT).

A obrigatoriedade da nomeação de um representante fiscal está prevista na lei geral tributária Portuguesa para todas as pessoas singulares ou coletivas não residentes nos termos do Artº 19º §4º; cujo incumprimento é punido com multas e impedem os sujeitos passivos de exercerem os seus direitos perante a administração tributária, incluindo os de reclamação, recursos ou impugnações.

          Pressuposto Legal Artº 19ª §4º /Artº 23º

«Os sujeitos passivos residentes no estrangeiro, bem como os que, embora residentes no território nacional, se ausentem deste por período superior a seis meses, bem como as pessoas coletivas e outras entidades legalmente equiparadas que cessem a atividade, devem, para efeitos tributários, designar um representante com residência em território nacional.»

Para efeitos do cumprimento das obrigações a seu cargo, e das obrigações relativas aos impostos o representante fiscal deverá ter um contrato de mandato a seu favor com os poderes bastantes para o cumprimento das obrigações fiscais perante a Administração Tributária, e para os quais o mandato lhe fizer representar em território Português.

representante fiscal mandatado, assinará perante a Autoridade Tributária a representação fiscal que lhe é outorgada, mantendo abertos os canais de comunicação e correspondência com a mesma, prestando a esta todas as informações que lhe forem solicitadas, ficando solidário ao fazer-se o bom cumprimento de todas as obrigações legais e tributárias do outorgante, cumprindo os prazos legais de todas as obrigações declarativas, cientificando o representado de todas estas obrigações, prazos e contraordenações fiscais resultantes de incumprimento.

Para todos os efeitos legais, o representante fiscal assumirá a obrigação de transmitir ao mandatário toda a correspondência que receba da Autoridade Tributária (AT), não existindo assim a obrigatoriedade de a Autoridade Tributária (AT) notificar os estrangeiros (contribuintes) nas respetivas moradas de origem, junto dos seus países.

Para que o cidadão estrangeiro possa adquirir o número de identificação fiscal e nomear o representante fiscal em Portugal irá necessitar dos seguintes documentos:

– Cópia do passaporte válido *

– Procuração de nomeação de representante fiscal **

– Comprovativo de morada da residência de origem (água, luz, gás, internet, etc.) *

*    Somente são aceites cópias devidamente autenticadas e apostiladas

** Original, reconhecido e apostilado

Concluso o 1º passo avança-se ao segundo que é a abertura de contas junto das instituições bancárias Portuguesas, o que também é um serviço que pode ser prestado a distância por mandatário de forma totalmente segura e transparente, como no caso da obtenção do NIF, mas sem a necessidade de uma procuração.

representante fiscal mandatado, de posse do número de identificação fiscal do mandatário (NIF) e de seus contactos, dirigir-se-á a uma instituição bancária onde será recomendado o mandatário como cliente para abertura de conta, independentemente do objetivo da conta anteriormente descrito, quer seja para conta a ordem, ou investimento.

O gestor da respetiva instituição entrará em contacto e agendará uma reunião por vídeo conferência, ou pelo meio possível, dando-se a conhecer e a instituição representada, onde fará a validação de intenções e do mandato representado.

Validados o mandato e as intenções, de posse das informações dará início aos procedimentos de preenchimento das fichas de informação normalizada (FIN), que posteriormente serão remetidas por email ao cliente para assinatura, reconhecimento, e posterior remessa para Portugal para que então se proceda abertura da mesma.

Uma vez aberta a conta, o cliente será novamente contactado e informado da efetiva abertura, e serão disponibilizados todos os dados e todo o acesso para movimentação.

                Para quem quer investir, Portugal é a porta de acesso a Europa e a inúmeras oportunidades,  pois com um número de inscrição fiscal português (NIF), e uma conta bancária aqui, terá a possibilidade de abertura de contas investimento não só em Portugal, mas em qualquer país membro da EU, em instituições financeiras, bancos e brokers internacionais, e estará habilitado a realizar negócios financeiros no mercado comum beneficiando-se dos mesmos direitos de um cidadão do Espaço Schenguem.

                Esta acessível oportunidade criada por nossos legisladores através de um dos inúmeros acórdãos Portugal-Brasil, está disponibilizada a todos aqueles que estejam dispostos a fazer como os Navegadores Portugueses…

“Venham descobrir Portugal”

 

 

 

Porto eleito melhor destino europeu 2017

 A cidade do Porto foi eleita melhor destino europeu. E já é a terceira vez que o consegue…

A cidade do Porto foi eleita melhor destino europeu. E já é a terceira vez que o consegue

A cidade do Porto foi eleita, pela terceira vez, o melhor destino europeu, indica informação disponível na página da Internet desta iniciativa – “European Best Destinations”, apontando que “nunca a votação foi tão unânime”.

“Com os votos dos viajantes mundiais de 174 países, o Porto ganha este título europeu pela terceira vez (2012, 2014, 2017). Viajantes dos Estados Unidos, Reino Unido, França, Dinamarca, África do Sul, Coreia do Sul, Suécia, Irlanda e Canadá votaram o Porto no primeiro lugar nesta competição”, lê-se na informação colocada no site’ da iniciativa. Ao todo, votaram 426 859 pessoas, das quais 138 116 escolheram o Porto. Dos que votaram no Porto, mais de metade eram estrangeiros (56,8%).

Já a câmara do Porto, liderada pelo independente Rui Moreira, destaca também no seu portal online que esta distinção “atesta o potencial e atratividade da cidade, não só para os portuenses, mas também para os portugueses e para os turistas provenientes de todo o mundo”.

A autarquia aponta que “de acordo com os dados já divulgados pela organização do concurso, o Porto seria vencedor mesmo só com os votos registados fora do território nacional”.

Em segundo e terceiro lugar ficaram, respetivamente, as cidades de Milão (Itália) e Gdansk (Polónia).

Entre as 20 cidades finalistas encontravam-se, além das citadas, Porto, Viena (Áustria), Berlim (Alemanha), Atenas (Grécia), Londres (Inglaterra), Bruxelas (Bélgica), Praga (República Checa), Basileia (Suíça), Stari Grad (Croácia) e Wild Taiga (Finlândia), Sozopol (Bulgária), Roterdão e Amesterdão (Holanda), Roma (Itália), Paris e Bonifacio (França), San Sebastian e Madrid (Espanha).

Os melhores miradouros do Vale do Douro

 Agosto 2016 Por Nelson Carvalheiro

Viajar pelo Douro é a oportunidade certa para tirar aquela fotografia perfeita para levar para casa: as montanhas esculpidas, o vale talhado pelo rio e uma quantidade imensa de matizes verdes e azuis. Há muitos lugares que servem este propósito e que tornam as vistas ainda mais emblemáticas!

Uma das vistas da Quinta das Carvalhas

Quinta do Crasto

A Quinta do Crasto poderia ser, facilmente, a primeira da lista no que respeita a ter a melhor adega do Vale do Douro. Os seus vinhos são aclamados em todo o mundo, especialmente no Brasil, onde são considerados os vinhos DOC no topo do ranking do mercado. Além disso, quando nos encontramos na Quinta do Crasto, a visão que temos de uma piscina que parece não ter fim debruçada sobre as águas do rio Douro é imperdível. Claro que há outros sítios com excelentes vistas e piscinas que parecem prolongar-se infinitamente no horizonte, mas, acredite, a da Quinta do Crasto é especial.

                                                           Quinta do Crasto – CRÉDITOS: NELSON CARVALHEIRO

Quinta do Seixo

A Quinta do Seixo é, sem dúvida, a quinta mais moderna e comercial do Vale de Douro. Pertence a uma das quatro principais famílias da Sogrape Vinhos, a empresa que inventou o antigo embaixador dos vinhos portugueses no mundo – o Mateus Rosé.

Entrar nesta vinícola é como entrar num sonho de qualquer designer que acertou na perfeição de como um local que produz vinho deve ser. Não há praticamente nenhumas linhas curvas e as paredes interiores estão todas pintadas de preto. Até há uma passagem elevada de onde poderá admirar o robot a pisar as uvas durante a época das vindimas.

                                                                 Quinta do Seixo – CRÉDITOS: NELSON CARVALHEIRO

No entanto, o melhor espetáculo é no exterior do bar das provas de vinho. Devido à localização estratégica desta quinta, poderá ver a parte mais prolongada do Douro – desde o Pinhão até à curva que abraça o monte onde se situa a Quinta do Noval.

Miradouro de São Leonardo de Galafura

Este miradouro está no ponto mais alto do Vale do Douro. Num dia de céu azul, poderá ver até 30 km do horizonte em todas as direções. Além de ser uma montanha enorme, o que eu mais gosto é da tranquilidade e paz que emana. Existe apenas uma pequena capela em homenagem a São Leonardo de Galafura e uma pequena área para merendas. Não há cafés, casas de banho, ninguém a interromper… é você, a vista e a natureza que o envolve.

                                                                           Miradouro de São Leonardo de Galafura

Palácio dos Condes de Castro Guimarães

O Palácio dos Condes de Castro Guimarães, também referido como Torre de São Sebastião, localiza-se à Avenida Rei Humberto de Itália, na freguesia e concelho de Cascais, distrito de Lisboa, em Portugal.

 História

Foi mandado construir no século XIX por Jorge O’Neill, sobrinho do 1.º Visconde de Santa Mónica e descendente dos Condes de Clanaboy e Príncipes de Tyrone, Reis do Ulster e, por vezes, Grandes Reis da Irlanda, para sua casa de veraneio. Em 1910 foi vendida ao 1.º Conde de Castro Guimarães. O projecto arquitectónico do palácio foi elaborado por Francisco Vilaça e os arquitectos responsáveis pela edificação foram Albrecht Haupt e Luigi Manini.

O edifício encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público através do Decreto N.º 45 de 30 de Novembro de 1993.

Em nossos dias conserva o seu traçado original, abrigando o Museu Conde de Castro Guimarães, que reúne todas as peças da vasta colecção de arte dos condes

Características

Trata-se de um palácio em estilo revivalista, instalado numa pequena enseada. Aquando das marés altas, a base do edifício é tocada pelas ondas. O seu estilo conjuga o Romantismo – em voga à época – com uma aparência de château medieval, que culmina com a grande torre. Encontra-se rodeado de um interessante jardim.

O edifício tem elementos de origem irlandesa, como os trevos presentes na porta de ferro forjado e na pintura do teto da Sala dos Trevos, a sala de entrada do museu, e o brasão de armas de Jorge O’Neill e dos seus antepassados, pintados no teto do torreão

Aeminium, a antiga cidade romana de Coimbra

Antes de Coimbra, havia Aeminium. A cidade onde hoje se situa Coimbra teve outro nome, no período romano, e alguns dos seus vestígios podem ser vistos ainda hoje.

Já todos ouvimos falar de Conímbriga, mas o nome Aeminium pode levantar mais dúvidas. Tratava-se de uma antiga cidade na área de Coimbra, datada da época romana, que terá mesmo sido a residência oficial dos monarcas D. Henrique e D. Teresa e que pode também ter sido o local de nascimento do primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques, segundo a Vortex Mag.

A primeira referência à existência de Aeminium surge no itinerário de Antonino, um itinerário que procurava fixar os pontos de passagem das vias romanas no mapa de Portugal. O mapa, que terá sido publicado no início do século III, situava a cidade de Aeminium a cerca de 16 quilómetros a norte de Conímbriga, segundo relata o website do Museu Nacional Machado de Castro (MNMC). Tanto Aeminium como Conímbriga eram atravessadas por uma estrada romana, que ligava Olisipo (nome dado pelos romanos à atual Lisboa) a Bracara Augusta (atual cidade de Braga).

De Aeminium, hoje em dia, restam apenas vestígios. O mais relevante é um antigo criptopórtico romano (uma galeria subterrânea em forma de abóbada) de dois pisos, que pode atualmente ser visto no MNMC, em Coimbra.

O criptopórtico, que o website do MNMC descreve como sendo “o melhor edifício da época romana conservado em Portugal”, e que o jornal espanhol ABC classificou em 2009 de “um dos vestígios mais importantes da cidade” de Coimbra, suportava o fórum de Aeminium, onde decorriam as reuniões das principais forças da ube (autoridades religiosas, políticas e administrativas) da cidade.

A antiga cidade, explica ainda a Vortex Mag, cresceu no século V d.C., mais precisamente entre os anos 465 e 468 d.C., quando a cidade vizinha de Conimbriga foi saqueada e destruída pelos Suevos, um grupo de povos germânico que dominou parte da Península Ibérica entre os anos 409 e 585 d.C.

 Perante a invasão dos suevos, muitos habitantes de Conímbriga instalaram-se em Aeminium, uma cidade que anteriormente funcionava como capital de civitas, isto é, como sede de uma divisão político-administrativa do território conimbrense. Com a deslocação dos anteriores habitantes de Conímbriga o número de habitantes de Aeminium aumentou, levando ao seu crescimento e a uma maior prosperidade. Esse crescimento acabou por originar a mudança de nome de Aeminium: no século VI passou a Coimbra, uma outra Coimbra que hoje podemos apenas estudar e observar as ruínas.

Há lugares maravilhosos em Portugal que descobrirá somente com os nossos serviços….

Conte com nossa equipa…! Esperamos por sí..!!

A livraria mais bonita do mundo fica em Portugal e já fez 110 anos

 A livraria mais bonita do mundo fica em Portugal e já fez 110 anos

Considerada um ex libris e uma das mais belas atracções turísticas do Porto, a Livraria Lello e Irmão foi eleita como uma das mais bonitas do mundo. O actual edifício em que se encontra instalada foi inaugurado em 1906 e foi construído pelo engenheiro Francisco Xavier Esteves.

 Distingue-se pela sua belíssima fachada Arte Nova, com apontamentos neogóticos. No interior, para além dos livros, considerados verdadeiras preciosidades, pode admirar-se um ambiente único, onde sobressai a impressionante escadaria para o piso superior mas também as decorações em gesso pintado, a imitar madeira, e um belo vitral no tecto. Classificada como Monumento de Interesse Público em 2013.

Em estilo neogótico, um amplo arco abatido, cuja entrada se divide numa porta central, ladeada por duas montras que constituem os verdadeiros expositores públicos da Livraria Lello. Sobre este arco, há uma janela tripla, fechada na platibanda e separada das pilastras, as quais são encimadas por coruchéus originais.

 Dos lados da janela, destacam-se duas figuras pintadas, da autoria de José Bielman, simbolizando uma a Arte e a outra a Ciência. O resto da fachada da Livraria Lello completa-se com ornamentação fitográfica e com o nome da livraria. De realçar o rendilhado que encima o edifício, todo ele um autêntico monumento artístico que já mereceu classificação de património nacional.

 Entrando no interior da Livraria Lello, o visitante sente-se envolvido por um ambiente acolhedor, onde pontificam os livros e uma decoração impressiva. Uma vasta sala, com uma galeria que dá acesso a uma escada ornamental, onde correm algumas mesas que servem para exposição dos livros. Bancos em madeira e revestidos a couro e estantes a toda a altura desta sala perfazem o espaço interior próprio de uma livraria actual, mas que guarda a memória do passado.

Nos pilares, à esquerda e à direita, distinguem-se os bustos de ilustres homens de letras: Eça de Queiroz, Camilo Castelo Branco, Antero de Quental, Tomás Ribeiro, Teófilo Braga e Guerra Junqueiro. Obra do escultor e distinto artista Romão júnior, estão cobertos por baldaquinos, rendilhados em estilo gótico.

O tecto, lavrado, resguarda no centro uma luminosidade diáfana que provém do amplo vitral em que se desenha o ex-libris da Livraria Lello & Irmão, Lda, com a conhecida divisa Decus in Labore. Como escreveu um afamado jornalista do princípio do século, a riqueza de tons do grande vitral, o recorte gracioso das janelas, a balaustrada da galeria e os grandes candelabros situados nos ângulos que demarcam esse espaço, as linhas das ogivas que se entrelaçam no tecto sob os florões e que vêm morrer nas nervuras que correm pelos pilares até às mísulas, deixam o visitante deslumbrado.

Esta maravilha está a sua espera… E a Portugal Soluções espera por Sí…!!

Portugal foi eleito o sexto país mais belo do mundo pelo site UCITYGUIDES….E mais…Portugal foi eleito o Melhor País da Europa promovido pelo portal 10Best.com em parceria com a secção de viagens do jornal norte-americano USA Today…

O portal americano de viagens listou dez destinos turísticos mais bonitos, e Portugal aparece na sexta posição enquanto o Brasil aparece em oitavo.
De acordo com o site, cada país tem suas paisagens de tirar o fôlego, mas esses dez escolhidos são “abençoados com um pacote raro de grande beleza natural e maravilhas feitas pelo homem” que realçam seus territórios. Os eleitos pelo site são países que oferecem uma variedade de paisagens e uma abundância de inspiração do homem e da natureza.
Na descrição do país, o site relata que só pelas maravilhas naturais e cristalinas dos Açores, Portugal já estaria nesta lista. Mas ainda tem o “jardim flutuante” da Madeira, o litoral dramático, as planícies calmas do Alentejo e vilas medievais Marvão e Monsaraz, o Parque Nacional da Peneda-Gerês, numa perfeita colaboração do homem e da natureza e o verdejante Vale do Douro. Cita ainda os antigos centros de Lisboa e Porto degradados e negligenciados, mas com uma grande atração que é costa ribeirinha. “Tudo está em uma escala pequena, mas quando tudo combinado é impressionante como tanta beleza diversificada de alguma forma se encaixa em um país tão pequeno que parece ser um dos favoritos do sol”.
Na vez do Brasil, cita uma das mais belas cidades do mundo Rio de Janeiro, e uma das mais feias que é São Paulo. Mas traz o Brasil realmente “abençoado pela natureza” com uma Amazônia incomparável, as quedas de Iguaçu regularmente assistidos por um arco-íris como dos pontos turísticos mais deslumbrantes do mundo. A arquitetura barroca colonial do nordeste com os seus interiores dourados misturada com tradições singulares é dos ambientes com mais “alma do mundo” relata.
Confira o top 10 dos países mais bonitos:
1- Itália
2- Espanha
3- França
4- Austrália
5- Grécia
6- Portugal
7- Estados Unidos
8- Brasil
9- África do Sul
10- Alemanha
EUA: Portugal eleito o Melhor País da Europa
Portugal acaba de ser eleito o “Melhor País da Europa” nos EUA. A eleição foi feita no âmbito do concurso “10 Best Readers’ Choice”, promovido pelo portal 10Best.com em parceria com a secção de viagens do jornal norte-americano USA Today.
Segundo o USA Today, Portugal aparenta ter “roubado os corações dos leitores”, a quem coube a votação, “assegurando a maior fatia dos votos”. A completar o pódio surgem a Itália e a Áustria, segunda e terceira escolha do público, respetivamente.
“Portugal é menos icónico do que outros países mais conhecidos, mas oferece uma riqueza de oportunidades aos viajantes: vilas charmosas, boa comida, música regional fascinante, atrações culturais, uma bonita costa e até ‘surf’ de classe mundial”, escreve a publicação dos EUA a propósito dos resultados.
Embora não tenha revelado o número exato de votos atribuídos a cada um dos 20 países a concurso, o USA Today salienta o “peso” da votação favorável a Portugal e destaca também o segundo e terceiro lugares sólidos da Itália e da Áustria.
“Muito subvalorizado, Portugal tem todo o fascínio de um bonito país europeu”, considera o jornal, que elogia “as vilas empedradas escondidas sob as sombras de castelos medievais e as praias beijadas pelo sol”, bem como a “tradição culinária deleitável” e a existência de “muita história para explorar”.
“Quer seja ao nadarmos nas águas azul turquesa do Algarve, ao bebermos um copo de vinho do Porto num café portuense ou a ouvir o lamento melancólico de um fadista em Lisboa, a beleza subvalorizada de Portugal torna-se óbvia”, conclui a publicação.
Para o USA Today, a principal surpresa na lista dos 10 melhores países da Europa é a Islândia, que ultrapassou “a Grécia, a Noruega e outros países mais exóticos e ‘aterrou’ no top 10”.
A apenas 47 votos do 6.º lugar, entregue a Espanha, ficou a Alemanha, que ocupa a 4.ª posição da tabela. Entre os dois países ficou o Reino Unido, que, “sem barreiras linguísticas para os norte-americanos e com uma riqueza de atrações turísticas bem conhecidas”, conquistou o 5º lugar.
Seguem-se-lhe a Irlanda (7.ª), a França (8.ª), a Islândia (9.ª) e, a fechar a lista, a Suíça (10.ª). Dos nomeados faziam parte, além destes 10 países, a Bélgica, a Croácia, a República Checa, a Grécia, a Hungria, o Montenegro, a Holanda, a Noruega, a Suécia e a Turquia, todos eles selecionados por especialistas da indústria das viagens.

A cidade do Porto foi eleita como o “Melhor Destino Europeu 2014”, um galardão atribuído anualmente pela “European Consumers Choice”, uma organização independente e não lucrativa, com sede em Bruxelas.

O Porto sucede assim a Istambul, Turquia, que venceu o concurso o ano passado, com Lisboa a ficar em segundo lugar.

A Invicta já tinha ganho este prémio em 2012 e concorreu este ano com outra região portuguesa, a Madeira, ficou na sexta-posição.

Cidade do Porto eleita como o "Melhor Destino Europeu 2014"

“Admirável a forma como a cidade se mobilizou em torno de um objetivo, contagiando o país e os turistas!”

Já o ano passado, o Porto foi eleito como o melhor dos 10 destinos de férias de eleição na Europa, numa distinção internacional promovida pela editora Lonely Planet, líder mundial na publicação de guias de viagem.

Também em 2013, o Porto obteve o segundo lugar nos prémios Travelers Choice, atribuídos pelo TripAdvisor, no segmento dos destinos europeus emergentes e com maior crescimento.

Partilhar
Voltar Atrás