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NOTÍCIAS

2018-11-26
Análises e tendências

Bitcoin volta a afundar e já vale menos de 4.000 dólares 

As criptomoedas continuam em queda livre. A bitcoin já quebrou inclusivamente uma nova barreira, a dos 4.000 dólares. Desde que o ano arrancou a bitcoin já afundou mais de 70%. E este cenário é partilhado pela generalidade das moedas digitais. A Bloomberg realça que não é claro o que é que pode, se é que pode, parar a sangria da bolha da bitcoin.

A bitcoin está a afundar mais de 7% para 3.942,39 dólares, negociando em mínimos de Setembro de 2017, período que antecedeu a subida desenfreada desta moeda digital, que culimou com um máximo de 19.500 dólares em Dezembro.

Esta criptomoeda já afunda mais de 70% desde o início do ano, com as últimas semanas a serem severas para este mercado. As incertezas são grandes e as notícias sobre divisões no seio dos "mineiros" destas moedas acentuaram as desconfianças e ditaram quedas avultadas nestes activos.

Há uma "guerra civil" no mercado das criptomoedas. Os mineiros da bitcoin cash, que deriva da bitcoin original, não conseguiram chegar a um acordo sobre a sua direcção, tendo provocado uma divisão desta moeda em duas. O que ditou a queda abrupta da bitcoin na semana passada.

Mas esta não é uma realidade que se restrinja à bitcoin. A XRP está a deslizar mais de 6% esta segunda-feira, para 0,3712 dólares, recuando para mínimos de Setembro. Ainda assim, entre as principais moedas digitais esta é a que menos perde em 2018 (-50%).

A ethereum está a descer mais de 5%, elevando para quase 86% a queda desde o início do ano. A litecoin cede 1,35%, com a desvalorização em 2018 a ascender a quase 79%.

Já na semana passada, o desempenho das criptomoedas tinha sido expressivo. O valor do mercado de moedas digitais encolheu cerca de 700 mil milhões de dólares quando comparado com o pico de Dezembro.

 

A Bloomberg realça que o desempenho recente deste mercado faz lembrar o afundanço de 93% da bitcoin em 2011 e as quebras superiores a 84% entre 2013 e 2015, período marcado pelo colapso da bolsa de critpomoedas Mt. Gox.

 

Galp sobe mais de 2% após resultados 

As acções da Galp Energia sobem 2,33% para 15,35 euros, tendo chegado a apreciar 3,8%, depois de a empresa ter apresentado os números do terceiro trimestre do ano.
 
A Galp Energia obteve lucros de 212 milhões de euros no terceiro trimestre deste ano, o que traduz uma subida de 35% face ao mesmo período de 2017. O resultado líquido, que exclui efeitos de stock e eventos não-recorrentes, superou ligeiramente a média das estimativas dos analistas que apontava para um total de 210 milhões de euros.
 
"Os resultados ficaram ligeiramente acima das nossas estimativas e do consenso ao nível operacional. Não prevemos alterações significativas nas previsões", ainda assim, ao analistas do BPI "vêem algum potencial de valorização", uma vez que poderão rever em alta as previsões para a generalidade dos números "para reflectir os preços do petróleo mais elevado dos que inicialmente estimámos."
 
Mas, para já, não há mudança. O BPI continua a avaliar a Galp em 17,20 euros por acção, com uma recomendação de "underperform".
 
Além do BPI houve mais nove casas de investimento que emitiram notas – a que não tivemos acesso – e que não alteraram nem recomendação nem preços-alvo, de acordo com a informação disponível na Bloomberg.
 
 

Mota-Engil compra acções próprias pela terceira sessão 

A Mota-Engil anunciou hoje que voltou a comprar acções próprias na quinta-feira, 14 de Setembro, naquela que foi já a terceira sessão seguida em que a construtora este a reforçar no seu capital.

Na sessão de ontem a Mota-Engil adquiriu mais de 126 mil acções, o que compara com as 70 mil compradas na quarta-feira e 60 mil na sessão anterior".

"Após estas operações de compra, a Mota-Engil passou a deter 3.896.292 acções próprias, correspondentes a 1,6405% do seu capital social", refere um comunicado da construtora, que tem autorização dos accionistas para reforçar até 10% no seu capital.

As acções compradas na sessão de quinta-feira representam mais de 10% dos títulos negociados, enquanto nas duas sessões anteriores representaram cerca de 6 a 7% do volume negociado.

A compra de acções próprias não tem travado a descida das acções, que perderam 2,27% na terça-feira e 1,58% na quinta-feira. Só na quarta-feira as acções fecharam em alta (2,78%) e hoje estão a cair 2,98% para 2,115 euros.

As acções da Mota-Engil têm sido fortemente penalizadas nas últimas sessões, acumulando já uma queda de 42% este ano. Na semana passada perderam perto de 20%, naquele que foi o pior desempenho em 10 anos. Um cenário que é justificado em parte pelas crises dos emergentes, com a construtora a estar presente em vários mercados que têm revelado dificuldades, como o caso da Argentina, Brasil e África do Sul.

A compra de acções próprias é muitas vezes utilizada pelas cotadas para travarem o desempenho negativo dos títulos.

 

PSI-20 em queda - mais longa série de perdas desde Fevereiro

Pela setima sessão consecutiva, a bolsa nacional PSI-20 transaciona, a mais longa série de desvalorizações desde o início de Fevereiro. Além disso, onten fechou o dia no valor mais baixo desde Maio, com um recuo de 0,76% para 5.368,78 pontos. 

Na Europa, as descidas foram generalizadas, o DAX e o CAC40 a caírem mais de 1%, numa sessão marcada pelo aumento dos receios em torno dos mercados emergentes. 

 

O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, recuou 0,68%, penalizado sobretudo pelas cotadas ligadas às matérias-primas, retalho e tecnologia. 

 

Deutsche Bank dispara com notícia de interesse do JPMorgan e ICBC 

As acções do Deutsche Bank negoceiam em forte alta esta sexta-feira, 6 de Julho, em reacção a uma notícia da revista alemã Wirtschaftswoche (WiWo) de que o JPMorgan e o ICBC estão interessados em entrar no capital do maior banco alemão.

Os títulos do banco alemão subiram um máximo de 6,28% para 10,12 euros, um desempenho que contribui para atenuar a queda acumulada este ano. As acções estão a descer 37% em 2018 e recentemente atingiram mínimos históricos, perante as preocupações dos investidores com os níveis de capitalização e de rendibilidade daquele que é o maior banco da Alemanha. A capitalização bolsista é pouco superior a 20 mil milhões de euros.

Segundo a WiWo, terá sido precisamente esta fraqueza do Deutsche Bank que despertou o interesse do JPMorgan e do chinês ICBC. O interesse do banco norte-americano deve-se também ao facto de o centro financeiro de Frankfurt, onde está sedeado o Deutsche Bank, estar a ganhar uma relevância cada vez maior devido ao Brexit.

O Deutsche Bank tem estado no centro das preocupações no sector financeiro alemão, já que a profunda reestruturação efectuada nos últimos tempos – alteração na gestão, redefinição de actividades prioritárias e corte de milhares de postos de trabalho – não foi suficiente para convencer os investidores e ganhar a confiança do mercado.  

Ainda de acordo com a WiWo, o Deutsche BAnk foi tema de conversa entre a chanceler alemã Ângela Merkel e o "chairman" do suíço UBS, Axel Weber, que no passado integrou a administração do BCE.

 

No ano passado as acções do Deutsche Bank até subiram (+3%), mas registaram fortes quedas entre 2014 e 2016, sendo que o banco chegou a ser alvo de rumores de que poderia necessitar de um resgate financeiro.  

 

Moody atualiza o rating da Ence para Ba2 de Ba3 

(Neutral; PT Eur 5,60) A 

Ence anunciou que a Moody's elevou o rating da empresa para Ba2 de Ba3. A perspectiva dos ratings permanece estável. A empresa acrescentou que esta atualização reflete o reconhecimento da Moody's das melhorias estruturais em curso do perfil de negócios da Ence e sua expectativa de que os preços da celulose provavelmente permanecerão altos nos próximos 2-3 anos. (Lançamento da empresa) 

 

 

BPI corta preço-alvo dos CTT em 6%.

O BPI reviu as suas estimativas para os CTT, reduzindo as previsões de geração de liquidez e de EBITDA.As novas estimativas levaram os analistas Bruno Silva e Filipe Leite a reduzirem o preço-alvo da empresa liderada por Francisco Lacerda de 4,25 euros para 4,0 euros. Uma redução de 5,88%, mas que confere às acções um potencial de subida de 33,60% face à actual cotação (2,994 euros). "A nossa avaliação é baseada no potencial de aumento dos fundamentais, dado o forte crescimento do negócio de encomendas em Portugal", o correio tradicional, a posição líquida de liquidez, o banco Postal, bem como o corte de custos que o BPI considera que deverá continuar.

 

O BPI salienta que "a regulação ainda é um risco", bem como "o momento negativo de resultados" devido sobretudo aos volumes de correio e aos serviços financeiros.As acções dos CTT estão a subir 1,84% para 2,994 euros, depois de já terem tocado no valor mais baixo de sempre ao negociar nos 2,938 euros.Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. (bpi/negócios)

alertamos para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.

 

BPI corta preço-alvo da Sonae Capital mas vê espaço para subida dos dividendos 

O BPI cortou o preço-alvo das acções da Sonae Capital de 1,32 para 1,30 euros e manteve a recomendação de "comprar". Considerando a cotação actual (0,975 euros), o novo target atribui aos títulos um potencial de subida de 33,3%.

O banco também incluiu a cotada na sua lista de preferidas na Península Ibérica, em substituição da Navigator, por considerar que a empresa continuará a beneficiar da sua forte exposição ao imobiliário, cuja dinâmica deverá continuar a ser alimentada pelo turismo.  

Este momento favorável poderá permitir algumas vendas de activos relevantes que, por conseguinte, deverão resultar no aumento da remuneração aos accionistas.

"Acreditamos que a Sonae Capital pode estar próxima de vender activos relevantes nos próximos meses. No Troia Resort, o UNOP 3 parece ser o activo mais atractivo. Excluindo Troia, os esforços de marketing da Sonae Capital estão focados no seu activo mais relevante, o projecto Efanor", referem o BPI, numa nota de análise.  

Isto, juntamente com os acordos de compra de 5 milhões de euros já assinados, "poderá permitir à Sonae Capital encaixar 75 milhões em 2017-2018 com a venda de activos", concretizam os analistas. 

Neste cenário, o BPI acredita que, dos 75 milhões, pelo menos 45 milhões "poderão ser distribuídos como dividendos". 

Em relação ao exercício de 2017, a empresa liderada por Cláudia Azevedo já anunciou que vai pagar dividendos de 15 milhões, apesar de ter fechado o ano com prejuízos de 6,5 milhões de euros. Segundo o BPI, 2018 ainda deverá ser de resultados negativos para a empresa, na ordem dos 2 milhões de euros. 

As acções da Sonae Capital disparam 5,29% para 0,975 euros. 

 

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. Alertmos para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro. (fonte BPI)

 

Bolsas dos EUA descem mais de 1% com tecnológicas a penalizar 

Os principais índices norte-americanos abriram em queda esta quinta-feira, 22 de Março, pelo segundo dia consecutivo, prolongando a tendência negativa da sessão europeia, devido aos receios em torno da guerra comercial. Isto no dia em que se espera que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anuncie novas tarifas sobre bens chineses, abrindo a porta a uma escalada das tensões entre as duas maiores economias do mundo. 

Nesta altura, o índice industrial Dow Jones desce 1,26% para 24.371,07 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq perde 1,27% para 7.252,35 pontos. Já o S&P500 desvaloriza 1,13% para 2.683,00 pontos. 

A contribuir para o sentimento negativo em Wall Street está particularmente o sector tecnológico, com destaque para o Facebook – as acções recuam 1,88% para 166,40 dólares - depois de ter sido revelado o uso indevido de dados pessoais de milhões de utilizadores da rede social pela empresa britânica Cambridge Analytica.

O Facebook "cometeu erros", afirmou Zuckerberg, na primeira vez que falou sobre este caso, admitindo ser "responsável pelo que está a acontecer" na rede social e prometendo disponibilizar formas de os utilizadores controlarem melhor a utilização dos seus dados pessoais.

As quedas prolongam-se, contudo, a todo o sector, devido aos receios dos investidores que as falhas na protecção de dados pessoais por parte do Facebook possam afastar os anunciantes e conduzir a uma regulação mais apertada. 

 

As acções da Snap, dona do Snapchat, descem 1,21% para 16,37 dólares, enquanto o Twitter cai 2,60% para 31,88 dólares.   

 

 

BPI sobe preço-alvo da Semapa e Navigator 

 

O BPI reviu em alta o preço-alvo para as acções da Semapa e da Navigator, para incorporar as estimativas mais positivas para o preço da pasta e do papel e o aumento expectável dos volumes de cimento, tendo em conta a evolução do sector da construção em Portugal e no Brasil. 

Numa nota de análise divulgada esta segunda-feira, 27 de Novembro, o banco refere que "continua a ver valor na Navigator" mas "prefere a Semapa, nesta altura". O preço-alvo para os títulos desta última foi aumentado de 19,30 para 21,10 euros, enquanto a recomendação passou de "neutral" para "comprar". Tendo em conta a cotação actual (15,645 euros), o novo "target" traduz um potencial de valorização de 35%. 

A Semapa, que controla a Navigator, na área da pasta e do papel, e a Secil, na área dos cimentos, "é uma holding que negocia com um desconto de referência superior ao histórico", refere o BPI. 

"Implicitamente, o negócio do cimento vem de graça. Isso parece-nos uma oportunidade, mas a nossa análise também se baseia nos resultados apelativos, que devem ser apoiados pelo aumento dos preços do papel e pela recuperação do consumo de cimento", acrescenta a unidade de investimento, que antecipa um aumento dos preços do papel de 5% em 2018 para 852 euros por tonelada. 

No que respeita à Navigator, o preço-alvo foi melhorado de 4,45 euros para 4,70 euros, traduzindo um potencial de subida de 15,1% face à cotação actual (4,082 euros). A recomendação mantém-se em "comprar".

Na nota de research, os analistas justificam a subida do target com a incorporação dos preços mais alto da pasta e do papel, que mais do que compensam a fraqueza do dólar. 

O BPI espera que os preços da pasta subam para 1.000 dólares por tonelada, em Dezembro, e lembra que uma subida do preço do papel UWF (papel fino não revestido) será aplicada já em Janeiro, depois de quatro anúncios de aumentos em 2016. 

As acções da Semapa valorizam 0,97% para 15,645 euros enquanto a Navigator desce 0,44% para 4,082 euros. 

 

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. Alertamos para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.

 

BPI/CAIXABI/HAITONG Proposta da ERSE para as tarifas corta 10% à avaliação da EDP

16/10/2017

As casas de investimento BPI e Caixabi acreditam que as alterações apresentadas pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) vão ter um impacto negativo para a cotação da EDP."Esperamos que todas as mudanças regulatórias que afectem a EDP, incluindo as unidades de distribuição e liberalizadas, cortem 10% do nosso preço alvo para 2018 de 3,70 euros", escreve o BPI numa nota divulgada esta segunda-feira, 16 de  Outubro.
"Esperamos hoje uma reacção muito negativa [da acção] devido às mudanças regulatórias piores do que o esperado", apontam os analistas. A EDP está neste momento a afundar 3,44% para 3,00 euros na bolsa de Lisboa. E já esteve a cair perto de 5% nesta sessão de segunda-feira.O BPI mantém a recomendação da EDP em "neutral" e deixa inalterado o preço-alvo em 3,70 euros. A casa de investimento diz que não espera que as "mudanças na regulação coloquem em risco a política de dividendos da empresa ou o plano de investimentos".
"Apesar do dividendo apelativo, o risco operacional mais baixo do que no sector, e um portefólio de produção competitivo, acreditamos que as mudanças regulatórias vão ter um impacto negativo de um ponto de vista do sentimento também", escreve o BPI.
Por seu turno, o CaixaBI também considera que as mudanças propostas pela ERSE vão impactar negativamente a cotada. Deixa inalterada a recomendação de "comprar", assim como o preço-alvo de 3,50 euros."Antecipamos uma reacção negativa da acção a esta proposta sobretudo devido à reversão dos valores incluídos no mecanismo de "clawback" e à diminuição dos proveitos da atividade de distribuição de eletricidade", escrevem os analistas da casa de investimento.
Também o Haitong anunciou esta segunda-feira que cortou a recomendação da EDP de "comprar" para "neutral" e reviu em baixa o preço-alvo para 3,10 euros.
Recorde-se que a ERSE propôs uma descida de 0,2% nas tarifas da electricidade no mercado regulado para 2018. Mas para atingir este corte o regulador propôs que os contratos CMEC da EDP venham a receber 154 milhões no próximos 10 anos, contra os 256 milhões apurados por um estudo da EDP e da REN.Outra medida que contribuiu para a descida da tarifa foi a revogação de um despacho do Governo de Pedro Passos Coelho que permitiu à EDP e à Endesa repercutir os custos com a tarifa social e com a taxa da energia CESE nas facturas dos consumidores. Ao mesmo tempo que revogou o despacho, o Governo reverteu para as tarifas os valores decorrentes desta revogação.
Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma.  alertamos para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.(fonteJN)
 

 

STMICRO: LIBERUM - ALVO PARA 17,4 EUROS.

Bem orientada, nos últimos meses, o título STMicroelectronics deve continuar a sua dinâmica, disseram analistas Liberum. 

Ainda forte compra no valor, eles levantaram sua meta de preço para 17,4 euros de 15. 

"Esperamos um crescimento de vendas de STMicro e que  irá exceder as expectativas", diz uma nota, citando em particular o interruptor Nintendo Console e forte demanda por smartphones e automotivo. 

Liberum espera que em 2017, as vendas da STMicro aumentem em 12% e sua margem operacional ajustada atinja 9,4%. 

 

Essilor Intl. : Credit Suisse inicia a compra e é de 127 euros

 Como parte de uma nota do sector sobre os valores da óptica, Credit Suisse começou a monitorar a ação Essilor Internacional com um primeiro conselho de compra ( "outperform"). O preço alvo associados é fixado em 127 euros. 

Durante um mês, as ações Essilor e Luxottica estão negociando sem grande liderança, depois de ter rendido alguns dos ganhos resultantes do anúncio da fusão, em janeiro. "Consideramos, portanto, que os preços atuais são atraentes pontos de entrada para cada um dos dois títulos", diz uma nota de pesquisa. 

De acordo com o Credit Suisse, o novo conjunto EssilorLuxottica 'deve crescer mais rápido do que o mercado, e melhoria das margens será mais rápido que aquele era o caso separadamente pelos dois grupos ". 

 

Credit Suisse também requer a compra de Luxottica, o lunettier italiana com a qual Essilor pretende 'casar' este ano. A meta 58 euros. 

 

Nos afunda para menos de 5 euros após corte do Barclays 

A Nos está a acentuar a descida na bolsa de Lisboa, depois de o Barclays ter cortado o preço-alvo para as acções em 5% esta segunda-feira, 6 de Março. 

Os títulos da operadora liderada por Miguel Almeida afundam 7,44% para 4,965 euros, o valor mais baixo desde 6 de Janeiro de 2015. Na terceira sessão consecutiva de perdas, já trocaram de mãos mais de 2,2 milhões de acções da Nos, quase quatro vezes a média diária dos últimos seis meses, que não vai além de 623 mil. 

Numa nota divulgada esta manhã, o Barclays anunciou uma redução do preço-alvo para as acções de 6,40 euros para 6,10 euros, o que tem implícito um potencial de valorização de 22,8%. 

Este corte na avaliação segue-se a uma descida das estimativas para o free cash flow em 10 a 30 milhões de euros para 2017/2018. As previsões para as receitas e para o EBITDA "ficam inalteradas" após a divulgação dos resultados do quarto trimestre. 

Já esta segunda-feira a casa de investimento Berenberg havia cortado a recomendação para as acções de "comprar" para "manter", segundo a Bloomberg.

As revisões, por parte das casas de investimento, acontecem depois de a Nos ter divulgado, no passado dia 2 de Março, que atingiu um resultado líquido de 90,4 milhões de euros em 2016, um valor que representa um crescimento de 9,3% face ao ano anterior. 

O resultado alcançado foi impulsionado pelo crescimento consolidado em todas as linhas de negócio, com a Nos a registar receitas totais de exploração de 1,5 mil milhões de euros, mais 4,9% face a 2015. 

As receitas de telecomunicações, que representam praticamente o total dos proveitos, cresceram 5,1% para 1,4 mil milhões de euros, devido ao crescimento dos serviços, "que atingiram um valor recorde superior a 9 milhões", explica a Nos em comunicado enviado à CMVM.

Ao longo de 2016 a Nos captou 611,9 mil novas adições líquidas em todos os serviços prestados. A maioria das novas subscrições (332,6 mil) foram direccionadas para a oferta móvel que, segundo a operadora, registou "novo recorde" ao atingir 4,4 milhões de clientes.

No segmento de televisão paga, somou 56,8 mil novas adições (+3,7%) tendo fechado o ano com 1,6 milhões de clientes, o que traduz uma quota de mercado, segundo os últimos dados do regulador, de 43,5%.

No campo operacional, o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, amortizações e depreciações) situou-se em 556,7 milhões de euros, um crescimento de 4,4%. Pelo contrário, a margem EBITDA recuou 2 pontos percentuais para 36,7%. 

No final de 2016 a dívida líquida da operadora era de 1,1 mil milhões de euros, ou seja, duas vezes o EBITDA, um rácio que segundo a Nos é "conservador face às congéneres do sector".

Também nesse dia, o conselho de administração da Nos aprovou uma proposta de um dividendo ordinário de 20 cêntimos por acção, relativo aos resultados de 2016, representando um rácio de payout de 114%, anunciou a operadora no seu relatório e contas. A 3 de Março, durante a conferência de apresentação dos resultados relativos ao ano passado, Miguel Almeida apontou que a operadora terminou 2016 com uma quota de pelo menos 30%, antecipando assim os objectivos que a empresa tinha traçado, após a fusão, para 2018. O plano de negócios da Nos apresentado em 2014, após a fusão entre a Optimus e a Zon, previa que a operadora alcançasse uma quota de 30% até 2018. Ainda durante a conferência de imprensa, o líder da operador garantiu que a compra de activos de media não faz parte dos planos da empresa, "pelo menos de forma proactiva". "Sobre este tema, recordo que a nossa política sempre foi clara e é visível", disse Miguel Almeida, referindo-se à compra de conteúdos desportivos e ao respectivo acordo de partilha dos direitos entre todas as operadoras.

 

"No que toca a conteúdos de media, que tenham uma componente relevante de notícias, temos a mesmo política relativa aos conteúdos desportivos: devem ser universais", sustentou. E confessou que "enquanto empresa do sector e cidadão considera que é não é um caminho positivo para a sociedade".

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. Alertamos para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro. 

 

CaixaBI vê EDP com os lucros anuais mais baixos em 12 anos 

A EDP terá registado um resultado líquido de 874 milhões de euros em 2016, de acordo com as previsões do CaixaBI, que traduzem uma redução de 4% face ao registado no ano anterior.

A confirmarem-se as previsões, 2016 foi o segundo ano consecutivo de descida nos lucros da empresa liderada por António Mexia. E o primeiro em 12 anos que a EDP regista lucros anuais abaixo de 900 milhões de euros.

A última vez que tal aconteceu foi em 2014 (lucros de 440,2 milhões de euros), sendo que no ano seguinte a EDP conseguiu superar pela primeira vez a fasquia dos mil milhões de euros de lucros anuais. Desde então, a eléctrica conseguiu por mais sete vezes atingir lucros anuais acima dos mil milhões de euros (entre 2008 e 2014).

Renováveis em alta

No "research" onde faz a antevisão dos resultados da EDP, a analista Helena Barbosa salienta que as contas da eléctrica portuguesa devem reflectir as "tendências operacionais que foram observadas durante o ano: o contributo mais elevado das renováveis e a recuperação das actividades liberalizadas devem compensar parcialmente a queda nas outras áreas".

O EBITDA terá descido 5% para 3.739 milhões de euros, com as quedas mais fortes a serem sentidas na geração (-13%), no Brasil (-31%) e nas actividades reguladas na Ibéria (-4%). A unidade de renováveis terá conseguido aumentar o EBITDA em 2%, reforçando como a área de negócio com maior peso (1.162 milhões de euros). Nas actividades liberalizadas o aumento terá sido de 40%.

A contribuir para a melhoria da prestação das renováveis terá estado o crescimento de 14% na produção, que permitiu compensar a descida dos preços de venda.

A descida do contributo do Brasil está relacionada sobretudo com factores não recorrentes, como a aquisição da central de Pecém em 2015, que teve um impacto positivo de 267 milhões de euros nesse ano, penalizando a comparação com o ano passado.

 

A EDP vai anunciar os resultados de 2016 no dia 2 de Março, após o fecho da sessão. O CaixaBI tem uma recomendação de "comprar" para as acções da EDP, com um preço-alvo de 3,50 euros.

 

 

BPI corta preço-alvo dos CTT após corte de previsões 

30/01/2017 

O BPI reviu em baixa a sua avaliação dos CTT de 7,0 euros para 6,80 euros, um valor que confere um potencial de valorização de 27% face à actual cotação (5,342 euros). A recomendação foi mantida em "neutral".

Esta revisão surge depois de os CTT terem emitido um comunicado onde dizem que o volume de correio no quarto trimestre foi inferior ao previsto, o que terá impacto ao nível das receitas e do EBITDA.  Os CTT estimam que a redução de 4,2% do correio no quarto trimestre implique uma redução entre "4% e 5% nos rendimentos operacionais de 2016".

Estes dados justificam a revisão do BPI da avaliação, bem como dos resultados por acção, que o banco de investimento cortou em 5,7% em relação a 2016 e em 3% para o período 2017-2020.

O BPI junta-se assim ao JPMorgan que também cortou a avaliação da empresa em mais de 30%. Os CTT foram reduzidos de "overweight" para "underweight" por parte do analista Christopher Combe, do JPMorgan. Na nota emitida, e citada pela Bloomberg, o analista reduziu também a avaliação que faz da cotada liderada por Francisco Lacerda.

Assim, o banco de investimento estabeleceu um preço-alvo de 6,05 euros para os CTT, o que corresponde a uma revisão em baixa de 32,4%, ou 2,90 euros, face ao "target" que tinha em Novembro (8,95 euros). 

A revisão das estimativas, a segunda desde Agosto, provocou ainda reacções de outras casas de investimento. O Haitong, por exemplo, decidiu colocar a acção "sob revisão" de forma a reflectir na sua avaliação os novos dados. 

 

As acções dos CTT estão a descer 10,28% para 5,394 euros, tendo já tocado nos 5,31 euros, o que corresponde ao valor mais baixo de sempre.

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. Alertamos para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.

 

BPI corta-preço alvo dos CTT em 20% devido às notificações electrónicas do Estado 

O BPI cortou o preço-alvo para as acções dos CTT em 20%, de 8,7 para 7,00 euros e a recomendação de "comprar" para "neutral"

Numa nota de análise divulgada esta quarta-feira, 11 de Janeiro, os analistas justificam a decisão com a tendência para uma acelerada substituição das notificações do Estado via postal por comunicações electrónicas, que deverá resultar numa redução de 12% do EBITDA da empresa, nos próximos três anos. 

"Reduzimos o nosso preço-alvo para sete euros, reflectindo uma tendência de ‘e-substituição’ mais rápida que emerge do corte esperado nas notificações do Estado por correio", lê-se na análise assinada por Bruno Silva e Filipe Leite. 

Recorde-se que, em Novembro, o Conselho de Ministros propôs ao Parlamento a criação da morada única digital, que permitirá notificar electronicamente os cidadãos, e reduzir substancialmente o orçamento destinado aos envios postais. Esta medida pressionou fortemente os títulos da empresa, com analistas a estimarem, na altura, que poderá ter um impacto de 10 milhões de euros nas receitas de 2017. 

O BPI recorda ainda que as acções dos CTT tiveram um desempenho 35% inferior aos seus pares no último ano, em resultado da redução de targets, da subida dos juros da dívida soberana, da acusação da Autoridade da Concorrência de abuso de posição dominante e do sentimento negativo no ambiente competitivo na Península Ibérica. 

As acções dos CTT estão a descer, nesta altura, 0,81% para 6,279 euros. Tendo em conta esta cotação, o novo preço alvo atribuído pelo BPI ainda tem implícito um potencial de valorização de 11,5%. 

 

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. O Alertamos para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro. 

 

CaixaBI baixa preço-alvo da Sonae mas mantém recomendação 

 

O CaixaBI reviu o preço-alvo da Sonae de 1,50 euros para 1,45 euros mas manteve a recomendação "comprar". A empresa liderada por Paulo Azevedo está, por esta altura, a subir 0,36% para 0,839 euros. Tendo em conta o preço-alvo, a cotada tem um potencial de valorização de quase 73%.

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. Alertamos para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro. 

 

VEOLIA: BRYAN GARNIER REDUZIU SUA META / PERMANECE A COMPRAR '.

Bryan Garnier reduz o seu valor intrínseco ( "valor justo") de €23,50 para €22,00, mas reiterou a sua recomendação "comprar" na Veolia, sustentando que o mercado tem sobre-reagido negativamente desde o último ponto actividade do grupo de utilitários. 

 

 

Depois de um desempenho morno em nove meses recentemente apresentado pela Veolia, o corretor revisou seu modelo para incluir um crescimento mais fraco do que as receitas esperadas. Ela reduziu suas estimativas de EBITDA de 1,9% para 2016, de 2,7% para 2017 e 2,9% para 2018. 

 

O intermediário financeiro considera no entanto que a geração EBITDA permanece resistente e é esperado que continue em seu próprio ritmo crescimento orgânico de 4-5% de cruzeiro orgânico nos próximos anos. 

 

 

"Nós ainda apreciamos o rendimento de dividendos atractivo e o forte potencial de crescimento do EBITDA, impulsionada pela poupança implementadas, e acreditam que o recente declínio do título implica uma valorização bastante atraente", concluiu o corretor. 

 

BPI atribui potencial de 51% à Sonae após subir avaliação 

 

O BPI elevou o preço-alvo das acções da Sonae SGPS, de 1,05 euros para 1,15 euros por acção, mantendo a recomendação de "comprar".

 

A melhoria surge depois dos resultados "positivos" registados nos primeiros nove meses do ano, que contribuíram para que a unidade de "research" do BPI elevasse as estimativas para a cotada co-liderada por Paulo Azevedo e Ângelo Paupério.

 

A estimativa para o EBITDA foi aumentada numa média anual de 7% até 2018, o que traduz uma melhoria de 20% nos lucros por acção. "Depois da actualização das estimativas dos lucros por acção, a avaliação é agora mais atractiva", referem os analistas José Rito e Bruno Bessa, num research a que o Negócios teve acesso.

 

Os analistas adiantam que as acções da Sonae SGPS acumulam uma queda de 28% desde o início do ano (duplicando o desempenho negativo do PSI-20), sendo que o novo preço-alvo incorpora um potencial de valorização de 51%.

 

O BPI nota que os resultados do terceiro trimestre mostram "uma evolução positiva nas principais unidades da Sonae", com o negócio do retalho alimentar (Sonae MC) a mostrar "um forte crescimento comparável, devido a volumes de venda mais elevados, que acreditamos ficarem a dever-se a um novo posicionamento nos preços e na oferta de produtos frescos".

 

A contribuir para a melhoria da estimativas de resultados esteve também o negócio de retalho não alimentar (Sonae SR), a avaliação mais favorável das participações da Sonae noutras empresas e a valorização do real brasileiro.

 

Barclays pede mais progressos

 

Noutra nota de "research", o Barclays também elogia os resultados da Sonae no terceiro trimestre, assinalando que o crescimento comparável nas vendas da divisão de retalho alimentar (4,1%) foi o mais elevado desde o segundo trimestre de 2011.

 

Na Sonae SR (retalho não alimentar) também foram alcançadas "melhorias significativas", refere o Barclays, mostrando "confiança que os esforços de reestruturação implementados pela Sonae continuem a dar frutos".

 

Apesar dos comentários positivos, o Barclays assinala que a Sonae necessita de efectuar mais progressos, já que a cotada continua a ser penalizada pela "estrutura complexa, ‘free float’ (percentagem de capital dispersos em bolsa) limitado e elevado montante da dívida".

 

Além disso, "apesar da tendência de resultados estar a melhorar de forma gradual, a visibilidade limitada da evolução das margens da Sonae SR e Sonae MC impedem-nos de estar mais positivos nesta altura", acrescenta o Barclays.  

 

As acções da Sonae SGPS sobem 1,33% para 0,761 euros. Ontem valorizaram mais de 4% em reacção aos resultados anunciados na véspera.

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. Alertamos para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro. 

 

 

 

 

NOS - Haitong: Preço Alvo €8,00 e Recomendação Comprar  embora aumento dos resultados deverá ter abrandado 

 

O Haitong prevê que a Nos tenha terminado os primeiros nove meses do ano com um lucro de 77,5 milhões de euros, o que representa um aumento de 5,7% face ao mesmo período do ano passado. As receitas deverão aumentar 5,2% para 1,12 mil milhões de euros enquanto o EBITDA deverá crescer 5,6% para 432,7 milhões de euros.

"Esperamos um abrandamento do ritmo de crescimento face aos trimestres anteriores" em termos de receitas, "mas sobretudo no EBITDA", referem os analistas do Haitong numa nota a que o Negócios teve acesso.

O banco de investimento realça que "os números este trimestre vão ser impactados pelo aumento dos custos com conteúdos desportivos".

O Haitong prevê que as receitas da Nos tenham aumentado 3,3% nos três meses terminados em Setembro quando comparado com igual período do ano passado, enquanto o EBITDA deverá ter crescido 1,8%. Se se excluir o impacto dos custos com os conteúdos desportivos, o EBITDA da operadora liderada por Miguel Almeida cresceria 6%.

Ainda ontem o BPI emitiu uma nota de research, onde cortou o preço-alvo de 6,70 euros para 6,40 euros, precisamente devido à maior pressão nos custos devido aos conteúdos desportivos.

Apesar "do abrandamento poder ser de alguma forma desapontante, pensamos que será temporário", uma vez que a empresa já estipulou aumentos de preços a partir de Dezembro de 2016 que deverão seguir as subidas de preços já anunciadas pela Vodafone e pela Meo.

A Haitong decidiu manter o preço-alvo de 8,0 euros e a recomendação de "comprar", já que espera "que a intensidade da concorrência no mercado de telecomunicações português diminua, já que todos os operadores estão a adoptar abordagens de preços muito mais racionais". 

 

 

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. Alertamos para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.

 

 

SANOFI - Credit Suisse Outperform

 Credit Suisse reitera a sua opinião "outperform" na Sanofi, mas reduz o preço-alvo de 100 para 82 euros, reflectindo a incerteza continua sobre o futuro do Lantus e Praluent Estados Unidos. 

O escritório de estudo reduziu suas estimativas de EPS para 2017 e 2018 para refletir a concorrência dos genéricos mais fortes recebidos para Lantus em os EUA, reduzindo o seu crescimento médio anual esperado para o diabetes mundial franquia de 10% 2015- 18. 

"O desempenho inferior a 10% da quota do CAC40 desde agosto passado sugere que os investidores já podem esperar um alerta de lucro por ocasião da publicação no terceiro trimestre," nuance o analista. 

 

Credit Suisse também observou que a Sanofi é a forma mais barata de um rácio EV / NPV 0,77, contra 1,01 para os seus pares europeus, e é negociado a 13,9 vezes EPS esperados para 2017, um desconto de 19% em comparação com seus pares. 

 

 

BPI baixa "target" da Nos para 6,40 euros 

 

 

O BPI reviu em baixa a sua avaliação para as acções da Nos em trinta cêntimos, para 6,40 euros, mantendo a recomendação de "neutral". O banco de investimento decidiu descer o preço-alvo da operadora, depois de ter actualizado as suas estimativas para empresa, prevendo uma desaceleração do crescimento das receitas e do EBITDA, devido à maior pressão nos custos devido aos conteúdos desportivos.

O banco de investimento baixou as suas estimativas para as receitas e para o EBITDA, apontando que o EBITDA deverá "desacelerar materialmente no terceiro trimestre". O analista Pedro Oliveira explica que este será o primeiro trimestre a incorporar parte dos custos associados aos conteúdos de futebol, o que deverá implicar pressão no lado dos custos.

Para tentar minimizar o impacto da factura com os custos associados aos contratos realizados com os clubes de futebol, para garantir os direitos de transmissão dos jogos de equipas como o Benfica e o Sporting, a Nos já avisou que irá subir o preço dos seus serviços. Ainda assim, os analistas baixaram as suas expectativas para a empresa.

"Cortámos a nossa estimativa para o EBITDA em 2,1%, em média, para o período entre 2017 e 2019, na medida em que o impacto dos conteúdos será provavelmente mais forte do que inicialmente esperado", escreve o BPI. Uma revisão em baixa que levou o banco de investimento a cortar a sua avaliação para as acções da operadora.

Apesar da descida, o novo "target" continua a conferir um potencial de subida aos títulos. Face à cotação actual (5,823 euros), a avaliação do BPI confere uma margem de progressão de 9,9% às acções.

 

O banco de investimento nota, porém, que a geração de fluxos de caixa deverá continuar a crescer nos próximos anos. No entanto, o BPI diz que isto já está descontado nos títulos e refere que companhia poderá ser alvo de revisões em baixa de estimativas a curto prazo, colocando pressão nos títulos da operadora liderada por Miguel Almeida.

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. alertamos para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.

 

CARREFOUR - ODDO PARA A COMPRA ANTES DE VENDAS DE 3T.

Oddo é comprar com um preço-alvo de 30 euros no Carrefour antes da publicação da receita terceiro trimestre. 

O corretor espera melhora no ritmo seqüencial ", incluindo hipermercados França, que provável que seja um catalisador para o título. " 

Além do início de uma recuperação para hipermercados no mercado interno (ainda em LFL negativo em -1%, contra -3,1% no segundo trimestre), Oddo s 'espera um impulso constante na Europa, sobre o altíssimo comparáveis. 

Em relação Latam, a tabela intermediária na dinâmica duradoura no Brasil, mas teme uma desaceleração na Argentina. 

Por fim, a reorganização frente na Ásia, além de um mercado chinês ainda impactado. 

 

 

UBS PREFERE ALSTOM E LEGRAND NO SECTOR.

 Alstom e  Legrand estão contidos em grupos laterais da SKF e sueco Hexagon entre os valores preferidos de UBS no sector da engenharia industrial. 

Em uma nota do sector publicado antes do início da terceira temporada de resultados trimestrais, a empresa de consultoria disse que o sector está actualmente a processar com base em um múltiplo de valor da empresa / EBIT exceder 14x, ou seja elevações. 

Em termos relativos, o UBS, argumenta que a valorização do sector industrial permanece entre 15% e 20% abaixo de seu pico em 2010. 

"Nós poderíamos ver um novo reforço, a favor de uma base mais favorável para comparação, no segundo semestre, um aumento nos preços do petróleo e estabilização dos investimentos em mineração, todos os elementos favoráveis no sentimento dos investidores ", disse ele. 

em relação Legrand, no qual  exibem uma recomendação de compra e um preço-alvo 59 euros, é apreciado o controlo de preços e status de "vencedor de longo prazo." 

sobre Alstom, também recomenda-se comprar com um alvo de 26 euros, o UBS percebe uma valorização atraente e uma carteira de pedidos promissora em termos de margens futuras. 

Nna bolsa de Paris, as ações da Legrand rendeu 0,2% para 51,1 euros na quarta-feira de manhã, enquanto Alstom mostra um ganho de 0,8% a 23, 5 euros. 

 

 

RENAULT: SG CONFIRMA O SEU CONSELHO DE COMPRA.

Societe Generale analistas (SG) confirmou esta manhã o seu conselho de compra sobre as ações da Renault após a apresentação de um novo modelo de minivan Scenic considerado "impressionante." 

A meta 12 meses é mantida a 96 euros 

 

para uma de suas primeiras apresentações, o novo CFO do grupo (desde a primavera), Clotilde Delbos, tem impressionado. 

 

sem mencionar o novo Scenic: o veículo ", a quarta ( ela) geração, (estará) à venda no próximo mês, (e) um avanço significativo em termos de qualidade percebida sobre os seus antecessores. (It) vem quase fechar o ciclo de dez novos lançamentos de modelo a partir da plataforma forma modular CMF para os veículos do segmento C / D, co-desenvolvido pela aliança Renault-Nissan ", disse uma nota.

 

IM Valores reduz preço-alvo dos CTT e mantém recomendação de "comprar" 

 

 

A IM Valores reduziu o preço-alvo para as acções dos CTT, uma decisão que justifica com o "cenário mais conservador" do que antes para o negócio das encomendas e para o segmento bancário. O "target" foi reduzido de 7,70 euros para 7,20 euros, valor que atribui um potencial de subida de 19,1% aos títulos, tendo em conta a sua cotação actual (6,045 euros). A recomendação foi mantida em "comprar".

Depois de ter fechado o ano de 2015 com lucros de 72,1 milhões, os analistas da IM Valores antecipam que a empresa vai registar um resultado líquido de 64 milhões de euros este ano e 57 milhões em 2017.

Na nota de análise a que o Negócios teve acesso, a IM Valores considera que a indústria postal continua a enfrentar desafios, na medida em que os consumidores estão a alterar a sua forma de comunicar, das cartas para as alternativas digitais.

Por isso, a "diversificação das receitas continua a ser um tema comum em toda a indústria, bem como programas de eficiência de custos", afirmam os analistas. "Embora os CTT estejam a diversificar no sector bancário, o ambiente actual é muito duro, pelo que consideramos que o Banco CTT deve ser mantido em modo de esperar para ver, enquanto os CTT se devem concentrar no negócio de encomendas e redução de custos", acrescentam.

No entanto, a IM valores revela-se muito céptica acerca da capacidade dos CTT, uma "empresa antiga", "muito focada na distribuição de correio", para competir no "muito dinâmico e competitivo mercado de encomendas".

Sobre a actividade do Banco CTT, os analistas destacam ainda que "o sector bancário na Europa e, em particular, em Portugal, está num ambiente muito difícil" não só devido ao crédito malparado mas também porque os juros estão muito baixos.

As acções dos CTT descem 1,58% para 6,045 euros elevando para 31,67% a perda acumulada desde o início do ano.

 

 

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. Alertamos para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.

 

Invest Securities elevou sua opinião sobre Renault

 

De "neutro" para "comprar" e seu preço-alvo de 94 a 98 €, confirmando o potencial (+ 33%), que foi reconstituído desde o final de julho (publicação resultados do primeiro semestre). 'a integração da Avtovaz será eficaz no final de 2016 e sua consolidação no montante de cerca de 70% em 2017 irá intervir com um efeito positivo sobre a sua BNA 2017/18 (+ 4% / + 3% ) ", diz o analista encarregado do caso. 

Invest Securities explica que este efeito favorável está ligada à recuperação esperada dos resultados do grupo russo, reforçada pela recapitalização maciça anunciada (€ 1,1 bilhões), com prazos passes de ser esclarecido. 

 

'Dada a melhor visibilidade sobre o impacto e Autovaz, apesar dos riscos que persistem sobre questões diesel ", a empresa de consultoria está adotando uma visão positiva sobre o título da montadora. 

 

Morgan Stanley melhora em 40% "target" da Galp mas espera desvalorização das acções 

 

12/08/2016 

 

O Morgan Stanley melhorou a avaliação que faz das acções da Galp Energia. Mas, como o ponto de partida era tão reduzido, a nova cotação prevista é inferior à que a petrolífera marca já no mercado.

O anterior preço-alvo atribuído era de 8,5 euros. Agora, e tendo como horizonte o final de 2017, o "target" é de 12,1 euros. O aumento é de quase 40%. Apesar disso, é insuficiente para esperar uma subida das acções da empresa liderada por Carlos Gomes da Silva. Esta sexta-feira, cada título está a valer 13,165 euros, um avanço de 0,23% em relação ao fecho de ontem. Ou seja, há um potencial de desvalorização de 8,8%.

 

Assim, a recomendação que a equipa de analistas liderada por Haythem Rashed está agora em "equal-weight", que passa por uma evolução das acções em linha com o sector, e não em "underweight", onde o desempenho é inferior, como acontecia até aqui. As petrolíferas preferidas do banco de investimento americano são a Shell e a BP. Até porque o dividendo pago pela Galp é o "mais baixo do sector".

 

Os dois pontos essenciais da melhoria da avaliação são a aceleração da actividade no Brasil e o reforço do balanço. A produção no mercado brasileiro foi melhor do que a esperada o que, aliada a uma expectativa de corte de custos operacionais nos campos Lula-Iracema e Iara, dá a ideia de um progresso positivo na operação brasileira, contribuindo para o novo "target".

 

A venda de 22,5% da rede de gás natural regulado, numa parceria com o consórcio liderado pela japonesa Marubeni, é outro ponto positivo na óptica do Morgan Stanley, já que permitirá a redução de dívida líquida de cerca de 700 milhões de euros.

 Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. O Negócios alerta para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.

 

   

 

J.P. Morgan corta BCP para 0,04 euros, ajusta margem fraca e desconsolidação Angola 

 

(Reuters) - J.P. Morgan Cazenove referiu, numa 

nota de research, que: 

     

    ** Cortou o preço-alvo do Millennium bcp  BCP.LS  para 0,04 

euros por acção, metade do que tinha antes, após uma forte 

redução da estimativa de lucro por acção até 2018, devido a uma 

margem financeira, abaixo do esperado, no trimestre e à 

desconsolidação das operações angolanas. 

    ** No entanto, o price-target está acima da cotação das 

acções do BCP, que descem 0,54 pct para 0,0369 euros, quando o 

índice DJ Stoxx para banca europeia  .SX7P  cai 0,58 pct. 

    ** "Ajustámos as nossas estimativas depois de uma margem 

financeira, mais fraca que o esperado, no primeiro trimestre de 

2016 (menos 15 pct vs trimestre anterior) e com a 

desconsolidação de Angola, reduzimos o lucro por acção 43 pct em 

média", explicou esta casa de investimento. 

    ** "Como resultado, cortámos o nosso preço-alvo para o final 

de Dezembro de 2016, para 0,04 euros, de 0,08 euros", frisou, 

realçando que mantém a recomendação de Neutral.     

    ** Na semana passada, o BCP anunciou que a fusão entre a sua 

subsidiária Banco Millennium Angola e o Banco Privado do 

Atlântico tinha sido aprovada.  urn:newsml:reuters.com:*:nL5N17S0W0 

    ** O lucro líquido do BCP teve uma queda homóloga menor do 

que o previsto de 34 pct para 46,7 milhões de euros (ME) no 

primeiro trimestre de 2016, com a margem financeira estável e 

espelhando uma comparação difícil, pois há um ano o banco 

encaixou 100 ME com ganhos 'one off' de dívida soberana. 

    A margem financeira consolidada - diferença entre os juros 

cobrados em empréstimos e os juros pagos em depósitos - fixou-se 

em 292,4 milhões de euros (ME) entre Janeiro de Março de 2016, 

apresentando uma ténue descida de 1,8 pct.  

    O rácio common equity tier 1 (CET1) 'phased-in' fixou-se em 

12,8 pct em Março de 2016 contra 11,5 pct há um ano atrás e 

versus 13,3 pct em Dezembro de 2015. Contudo, em termos pro 

forma, incluindo os resultados e a fusão em Angola, o rácio CET1 

phased in fixou-se em 13,2 pct.  

    ** Realçou a melhoria da eficiência e que "a qualidade dos 

activos está na direcção certa". 

     

               

    Nota: Esta Recomendação de Investimento foi distribuída aos 

clientes do J.P. Morgan Cazenove a 3 de Maio de 2016. 

    O leitor deve consultar este documento de research 

integralmente, nomeadamente quanto ao 'disclaimer', 

 

solicitando-o à casa de investimento que o elaborou. 

 

Jefferies sobe target J.Martins para 16,3 euros, foco resultados 1ro Tri

05/04/2016

O Jefferies informou, numa nota de 'equity research', que:

** Reviu em alta o preço-alvo da Jerónimo Martins (JM)
JMT.LS em 5 pct para 16,3 euros por acção, antes dos
resultados do primeiro trimestre que deverão confirmar o
fortalecimento da actividade na Polónia, com a expansão da
margem a sustentar a forte geração de 'cash.
** A dona dos supermercados Pingo Doce em Portugal e líder
no retalho alimentar na Polónia, onde opera a Biedronka,
apresenta as contas dos primeiros três meses deste ano a 28 de
Abril.
** "Olhamos para os resultados do primeiro trimestre de 2016
para a confirmação da dinâmica na Polónia, com a continuação da
com a expansão da margem a sustentar a forte geração de 'cash',
apesar da diluição decorrente do aumento do investimento na
Colômbia", explicou esta casa de investimento.
** Adiantou que "pode ser ainda prematuro atribuir valor
significativo ao sucesso na América Latina , mas a JM ainda
oferece uma mista única de oportunidades orgânicas, balanço
forte e boas premissas para toda uma nova região de expansão".
** A dona dos supermercados Pingo Doce em Portugal e líder
no retalho alimentar na Polónia, onde opera a Biedronka, está
presente na Colombia desde 2013, altura em que criou de raíz a
marca Ara.
Neste país prevê investir entre 500 a 600 milhões de euros
(ME) nos próximos cinco anos, para atingir cerca de 1.000
supermercados Ara até ao final de 2020. urn:newsml:reuters.com:*:nL5N16N4T4
** As acções da JM descem 0,21 pct para 14,45 euros, numa
sessão em que o índice accionista português PSI20 .PSI20 recua
1,6 pct.

Nota: Esta Recomendação de Investimento foi distribuída aos
clientes do Jefferies a 5 de Abril de 2016.
O leitor deve consultar este documento de research
integralmente, nomeadamente quanto ao 'disclaimer',
solicitando-o à casa de investimento que o elaborou.

 

CTT têm mais atractivos, perspectivas, resultados e dividendo sector-Jefferies

21/03/2016

LISBOA, 21 Mar (Reuters) - OS CTT CTT.LS têm as mais
atractivas perspectivas de resultados e dividendo do sector
postal na Europa, segundo a Jefferies, que reiterou a
recomendação de 'compra' e vê resiliência no negócio tradicional
de correio e está expectante quanto ao BancoCTT.
Esta casa de investimento também reiterou o 'preço-alvo' de
11 euros por acção que atribui ao operador postal e que compara
com a cotação de 8,66 euros.
"Os resultados confirmam que os CTT beneficiam do momento de
resultados mais forte e o 'dividend yield' mais elevado do
sector postal da Europa", disse David Kerstens, analista da
Jefferies.
É esperado que o crescimento 'mid-single digit' do EBITDA
este ano absorva os 15 milhões de euros de custos mais elevados
com o BancoCTT, referiu.
A Jefferies disse que o negócio 'core' de correio mostra
resiliência e que o 'earning per share' nos próximos cinco anos,
assim como a política de dividendos são atractivos.

Nota: Esta Recomendação de Investimento foi distribuída aos
clientes do Jefferies a 21 de Março de 2016.
O leitor deve consultar este documento de research
integralmente, nomeadamente quanto ao 'disclaimer',
solicitando-o à casa de investimento que o elaborou.

 

Société Générale corta avaliação da EDP em 19% e recomenda "vender"

07/03/2016

O Société Générale cortou o preço-alvo da EDP de 3,10 euros para 2,60 euros. Ao mesmo tempo, reviu em baixa a recomendação para as acções de "manter" para "vender". O banco francês considera que as estimativas do consenso dos analistas são "demasiado elevadas" e defende que a sustentabilidade dos dividendos "está em dúvida".
O banco francês desceu as suas previsões de lucros por acção para 2016, 2017 e 2017 em 7,2%, 8,6% e 9,7%, respectivamente. Isto porque os analistas identificam alguns factores que podem pesar de forma negativa nas contas da eléctrica liderada por António Mexia (na foto).
"Na nossa opinião, as expectativas do mercado em relação aos resultados para 2016 e 2017 são demasiado elevadas; não podemos descartar novas medidas regulatórias em Portugal com impacto negativo nos resultados da empresa; a sustentabilidade do dividendo está em dúvida (elevada parcela dos lucros distribuída aos accionistas); e a grande subida nos CDS não vai ajudar a empresa altamente alavancada a optimizar o custo da sua dívida", sublinha o banco de investimento.
Os analistas do Société Générale sublinham que os baixos preços de energia vão "passar ‘factura’ nos próximos anos quando as protecções terminarem" e que as instalações hidráulicas não estão a responder "como esperado", enquanto o Brasil "apenas vai recuperar gradualmente". Além disso, "o ambiente económico e político em Portugal não está a ajudar", conclui.
"Acima de tudo isto, com base nas nossas estimativas, o ‘payout’ [parcela dos lucros distribuída em dividendos] está a alcançar níveis elevados (81% em 2016 e 78% em 2017), enquanto as métricas do crédito estão longe de ser confortáveis", acrescenta o banco de investimento. Deste modo, "pensamos que o retorno do dividendo de 6,4% não é suficiente para suportar a acção", acrescenta.
"Os principais catalisadores são a formação de um governo em Espanha e a aprovação do Orçamento de 2016 em Portugal", realça o banco de investimento que vê ainda como risco positivo "preços de energia e margens de distribuição superiores ao esperado, bem como a valorização do real brasileiro e do dólar americano face ao euro".
As acções da cotada seguem a desvalorizar 3,89% para os 2,768 euros. Face a esta cotação, a nova avaliação representa um potencial de queda de 6%.

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de "research" emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. alerta para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de "research" na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.

 

Morgan Stanley corta recomendação e alvo Galp, vê pressão margem

22/02/2016

O Morgan Stanley anunciou:
** Corte de alvo da Galp Energia GALP.LS para 8,75 euros,
de 9 euros antes, e da recomendação para 'underweight', de
'equalweight'.
** "Há riscos negativos para as margens de refinação, e
vemos um aumento da alavancagem. Há melhor relação
risco-oportunidade noutros lugares", afirmou Haythem Rashed,
analista da Morgan Stanley.

Nota: Esta Recomendação de Investimento foi distribuída aos
clientes do Morgan Stanley a 22 de Fevereiro de 2016.
O leitor deve consultar este documento de research
integralmente, nomeadamente quanto ao 'disclaimer',
solicitando-o à casa de investimento que o elaborou.

 

Caixa BI retoma cobertura Mota-Engil com 'fair value' 3,1 euros, upside 123 pct 

 

 LISBOA, 8 Fev (Reuters) - O Caixa Banco de Investimento 

retomou a cobertura da Mota-Engil  MOTA.LS  com uma recomendação 

de 'Buy' e um fair value de 3,1 euros por acção para o final de 

2016, o que atribui à maior construtora portuguesa um potencial 

de valorização de 123 pct.     

    "Revimos as nossas estimativas e avaliação da empresa de 

forma a considerar o impacto gerado pela compra da EGF, pela 

venda do negócio de Portos e Logística e pelo recente aumento de 

capital realizado", explicou o analista José Mota Freitas. 

    Na passada sexta-feira, a Autoridade da Concorrência adotou 

uma decisão de não oposição ao negócio de venda da unidade de 

Portos e Logística da Mota-Engil por 275 milhões de euros à 

Yildirim.  urn:newsml:reuters.com:*:nL5N11Z4PE 

    O Caixa BI teve a cobertura da empresa suspensa nos últimos 

meses, após a construtora ter decidido retirar de bolsa a sua 

subsidiária para as operações africanas, Mota-Engil África, 

considerando que os seus títulos deixaram de representar o justo 

valor da empresa. 

    A Mota propôs recomprar as acções da subsidiária, oferecendo 

uma contrapartida de 6,1235 euros por acção, sendo que para 

financiar esta operação, fez um aumento do capital social até um 

montante equivalente ao empregue na compra das ações da ME 

Africa. 

    "Também afinámos as nossas estimativas para as operações da 

Mota-Engil, de forma a capturar as tendências evidenciadas nos 

resultados dos nove meses de 2015. Finalmente, passámos a 

aplicar um desconto de conglomerado de 10 pct na avaliação da 

Mota-Engil", referiu. 

    "As estimativas revistas apontam para uma estimativa de Fair 

Value para o fim de 2016 de 3,10 euros, o que se traduz numa 

recomendação 'Buy'", frisou. 

    Negociaram-se 276 mil acções da Mota-Engil a subirem 1,46 

pct para 1,39 euros. 

     

    Nota: Esta Recomendação de Investimento foi distribuída aos 

clientes do Caixa Banco de Investimento a 8 de Fevereiro de 

2016. 

    O leitor deve consultar este documento de research 

integralmente, nomeadamente quanto ao 'disclaimer', 

solicitando-o à casa de investimento que o elaborou.  

 

       

 

EDF "neutro" para "comprar" 

Bryan Garnier elevou sua recomendação sobre a EDF "neutro" para "comprar" com valor intrínseco ("valor justo") de 14,5 euros, o que implica um upside potencial de mais de 20% o título do eletricista do seu preço actual. 




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